Sou o Dr. Marcel Rolim, cirurgião ortopedista especialista em pé e tornozelo, com formação avançada em técnicas minimamente invasivas. Atendo em Fortaleza/CE.
Reconhece alguma dessas situações? Você não está sozinho. Minha consulta começa exatamente pela escuta do que você está sentindo e pelo que já foi tentado antes.
Sinto dor no pé há meses. Já tentei palmilha, fisioterapia e remédio e nada resolveu de vez.
Tenho um joanete que dói e já está me impedindo de usar os calçados que gosto.
Acordo com dor forte no calcanhar toda manhã, mal consigo dar os primeiros passos.
Torço o tornozelo com frequência e sinto que ele está cada vez mais fraco.
Tenho medo de precisar de cirurgia e não saber exatamente o que vai acontecer.
Quero um especialista que me explique de verdade o que está acontecendo.
Sou ativo e tenho medo de me machucar de vez e precisar parar tudo.
A dor no pé já está afetando meu trabalho e minha disposição no dia a dia.
O joanete é uma deformidade progressiva na base do dedão do pé que causa dor, dificuldade com calçados e impacto crescente na qualidade de vida. A indicação do tratamento depende do grau da deformidade e do impacto funcional de cada caso. Quando a cirurgia é indicada, utilizo técnicas minimamente invasivas.
A dor no calcanhar, especialmente nos primeiros passos da manhã, é uma das queixas mais comuns. Pode ter origem na fáscia plantar, no esporão ósseo ou em ambos. O tratamento sem cirurgia, bem conduzido, resolve a maioria dos casos.
Dedos em garra, pé plano, neuroma de Morton e outras alterações estruturais podem causar dor, limitação de marcha e perda de qualidade de vida. Cada condição tem sua própria lógica de avaliação e conduta. Avalio individualmente antes de qualquer decisão.
Quando o tornozelo torce com frequência ou mantém sensação de fraqueza mesmo após repouso, pode haver lesão ligamentar não tratada adequadamente. Avaliação criteriosa para definir o melhor tratamento: sem ou com cirurgia.
Atendo pacientes ativos com lesões em tendões, cartilagem e ligamentos causadas por esforço repetitivo ou trauma. Entendo a importância de retornar ao esporte com segurança e o plano considera prevenção de novas lesões.
A dor atrás do tornozelo pode indicar desde uma tendinopatia até uma ruptura. A avaliação clínica e de imagem define a conduta, sempre com acompanhamento estruturado do pós-operatório até o retorno completo às atividades.
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Sou o Dr. Marcel Rolim, cirurgião ortopedista com dedicação exclusiva ao pé e tornozelo. Gosto de ouvir cada paciente com calma, sem pressa e sem atalhos. Acredito que a escuta atenta é o primeiro passo de qualquer tratamento bem conduzido. Além do consultório, sou Médico Oficial da Força Aérea Brasileira, atuando nessa mesma especialidade. Conheça mais sobre a minha carreira:
Cada paciente chega com uma história diferente. A consulta começa exatamente pela escuta do que você está sentindo.
Seus sintomas, histórico e preocupações. Sem pressa. Cada detalhe importa.
Exame físico detalhado e análise dos exames de imagem disponíveis.
Você sai entendendo o que está acontecendo, não apenas com um papel.
Sempre que possível, sem cirurgia. Quando necessária, com a técnica menos invasiva disponível.
Quando há cirurgia, o cuidado segue até o retorno completo às atividades.
"Dr. Marcel é atencioso e bastante técnico. Explica muito bem o tratamento, de forma clara e com linguagem simples. O consultório tem ótimas instalações."
"Excelente. Criterioso. Claro. Agradável. Explicações coerentes. Prescrição adequada."
"Sou filha de uma paciente, e venho agradecer a satisfação enorme em saber que minha mãe foi bem atendida. Um profissional nota 10, muito cuidadoso e atencioso."
"Realizei uma cirurgia com ele e foi tudo ok, só tenho a agradecer!"
Respondendo as dúvidas mais comuns antes da sua consulta. Se precisar de mais informações, estou disponível pelo WhatsApp.
Não. O joanete nem sempre tem indicação cirúrgica. Quando a dor é leve e o paciente responde bem ao tratamento clínico, o acompanhamento é suficiente. A cirurgia passa a ser considerada quando há dor persistente, deformidade progressiva ou limitação funcional real. A decisão é sempre individualizada e explicada com clareza na consulta.
A dor no pós-operatório é manejada com protocolo analgésico adequado e costuma ser tolerável. Com as técnicas minimamente invasivas, o impacto no tecido é menor, o que favorece o conforto na recuperação. Em geral, o paciente já caminha no mesmo dia com calçado especial, e a recuperação completa pode levar de dois a quatro meses.
Na grande maioria dos casos, sim. A fascite plantar e o esporão de calcâneo respondem bem ao tratamento clínico bem conduzido: fisioterapia, orientação de calçados, alongamentos e, quando indicado, infiltração. A cirurgia é reservada para casos que não respondem ao tratamento clínico após um período adequado.
Sim. A entorse de repetição frequentemente está associada a uma instabilidade ligamentar não tratada adequadamente. A avaliação define se há indicação de reabilitação supervisionada ou de reconstrução cirúrgica dos ligamentos. Continuar torcendo sem tratar aumenta o risco de lesões mais graves.
São abordagens cirúrgicas que utilizam incisões menores e instrumentação específica, podendo reduzir o trauma nos tecidos e favorecer a recuperação em casos selecionados. Nem toda cirurgia pode ser feita por essa via. A indicação depende do tipo de condição e do perfil do paciente.
A indicação cirúrgica é sempre baseada em avaliação clínica individual. Explico com clareza quando evitar a cirurgia ainda é possível e quando ela passa a ser o melhor caminho. Nada é decidido sem que você entenda o raciocínio e concorde com a conduta.
Sim, e é recomendado. Trazer exames anteriores ajuda a ter uma visão completa do histórico e enriquece a consulta. Novos exames podem ser solicitados se necessário para embasar a conduta com segurança.