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O Centrão estaria avaliando o retorno à base governista após negociações frustradas com a oposição. O bloco, que enfrenta divergências internas, percebeu que as alianças com o ex-presidente Jair Bolsonaro não garantem a manutenção de cargos e emendas.
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NotíciasTranscrição
00:00E aí eu traria um outro cálculo que é feito nessa indicação ou não do candidato, Davila, eu quero te ouvir, que é a necessidade que a base, os estados, precisam ter, com uma certa antecedência, de alguma ciência de quem ser o nome para estabelecer seus apoios, suas alianças, os candidatos ao Senado em cada um dos estados, os partidos que comporão ou não as alianças estaduais, enfim.
00:23Ainda que não seja público o apoio, o nome do candidato, ainda que não haja uma pré-campanha anunciada, pelo menos nos bastidores entre os líderes partidários, há uma necessidade de previsibilidade ou não?
00:36Com certeza, principalmente para as chapas proporcionais, para as candidaturas ao Senado e as candidaturas competitivas aos governos estaduais.
00:46E nesse sentido, Koba, se nós fizéssemos uma análise rápida pelo Brasil, o PT hoje teria candidato competitivo só em três estados dos 27.
01:00Bahia, o Ceará e o Piauí.
01:04Veja só o que aconteceu.
01:05Pesquisas recentes mostram que na Bahia, a ACM Neto está liderando com folga as pesquisas.
01:13Isso não significa muita coisa, mas quando a margem é grande, significa que o estado que o PT vem governando corre um enorme risco de perder essa eleição se houver uma aliança ali de centro-direita-direita apoiando a ACM Neto.
01:29O Ceará é outro lugar forte, o PT tem governo, tem prefeitura de Fortaleza, mas agora surgiu um outro nome, Ciro Gomes, que vai provavelmente atrapalhar bastante essas coordenações e Ciro vem com um discurso muito anti-petista.
01:49Então, praticamente, o candidato competitivo hoje é o Piauí, que é o atual governador Fonteles, que tem muita chance de ser reeleito, porque vem fazendo, inclusive, um bom trabalho lá.
02:01Mas o resto do Brasil não tem candidato competitivo.
02:05Daí a importância desses partidos do Centrão, para migrarem para o governo, para ver se ali tem algum nome mais competitivo, mais alinhado com o governo.
02:15Porque, vamos dizer, se o PT pode ter um candidato competitivo à presidência da República, mas vai tomar uma surra nos estados e não consegue eleger candidatos para deputado federal,
02:29vai ter enorme dificuldade para governar, principalmente herdando um país que ele mesmo, ele próprio, PT e governo Lula quebraram o Brasil.
02:39O Brasil está num regime já de recuperação judicial.
02:44O Brasil já está em RJ, porque está gastando muito mais do que arrecada e é óbvio que isso tem um enorme impacto.
02:52Então, veja a dificuldade que o partido hoje do governo tem para montar palanques regionais e cada vez radicalizando mais o seu discurso.
03:03Então, é uma situação muito complicada.
03:07Não dá para pensar o que vai acontecer no próximo ano.
03:10Mas, olhando hoje as alianças, o grau de insatisfação e a dificuldade do PT para manter ou para criar palanques competitivos nos estados,
03:20é sim um enorme problema para quem aspira à reeleição.
03:25Agora são 18 horas e 30 minutos, 6 e meia da tarde, a gente vai para um rápido intervalo para você que acompanha pela nossa rede.
03:33Por aqui a gente segue.
03:34Quero também o comentário do Cristiano Beraldo, essa apuração, Beraldo, de um possível arrependimento de partidos do centro,
03:41principalmente do PP, que é do senador Ciro Nogueira, vem da imprensa justamente do Piauí,
03:46que é o estado do senador Ciro Nogueira, lembrando que lá ele, se for candidato a, mais uma vez, uma vaga no Senado,
03:56ele enfrenta algumas dificuldades segundo algumas pesquisas que são apresentadas,
04:01como, por exemplo, a da Real Big Data, que coloca ele na terceira posição, lembrando que são só duas vagas.
04:08Então isso interessa, inclusive, pessoalmente ao presidente da sigla, já que ele estava tentando articular a chapa de Tarcísio,
04:15inclusive visando a vice, o lugar na vice, junto com o Tarcísio, já que ele pode levar em consideração esse contexto de disputa difícil no Senado Federal.
04:27Ou seja, há muitas questões locais também que podem pesar nessas decisões, né, Cristiano Beraldo?
04:33As questões locais, elas são fundamentais porque é a partir desses arranjos estaduais que os partidos conseguem formar as suas bancadas.
04:45E o presidente do progressista Ciro Nogueira, o senador, ele é um craque que recebeu a presidência do partido de Francisco Dornelis
04:55e conseguiu conduzir o PP para se tornar essa potência hoje que se consolida a partir de uma federação com a União Brasil.
05:05Obviamente, sabemos que a presidência dessa federação está a cargo hoje de Antônio Rueda,
05:12eles anunciam como uma co-presidência, mas o nome de peso, a grande referência no ambiente político é o senador Ciro Nogueira.
05:20Portanto, ele fará tudo o que for necessário para que o progressista continue com uma grande bancada.
05:29Formando agora a federação, ele e a União Brasil terão que compor essas nominatas dos candidatos a deputado federal
05:38de uma forma muito inteligente para conseguirem aumentar o número de deputados que eles têm eleitos.
05:45Esse é o desafio dele. E para fazer isso, ele vai, como presidente do partido, adotar a estratégia que for necessária.
05:55Agora, o senador Ciro Nogueira, do ponto de vista da pessoa física, que já conversou conosco aqui inúmeras vezes,
06:03Claramente, ele é um grande apoiador, talvez o maior apoiador de Jair Bolsonaro nesse ambiente, nesse ringue da política brasileira.
06:15E a estratégia que ele montou para que o ex-presidente Jair Bolsonaro apoiasse Tarcísio de Freitas
06:22e o nome de Tarcísio de Freitas ficasse colocado para, desde já, rivalizar com Lula,
06:28no meu entendimento, e eu compreendo quando o Mota diz que há uma...
06:34Ele ouve também pessoas dizendo que não fazer isso seria mais inteligente,
06:40mas eu acho que ter o candidato a presidente hoje, apoiador de Jair Bolsonaro,
06:45seria o mais inteligente a se fazer para fortalecer esse candidato
06:49e, obviamente, enfrentar os desafios que ele terá que enfrentar.
06:52Aí, seguimos, então, acompanhando como é que fica essa situação envolvendo todos os partidos de centro
06:58que estavam planejando uma grande aliança de centro-direita
07:01e que agora alguns desses partidos consideram voltar à base do presidente Lula.
07:05Agora, 18 horas e 34 minutos, nós estamos de volta do intervalo para você que estava no intervalo da nossa rede
07:11aqui repercutindo partidos do centro que podem ter se arrependido de desembarcar do governo Lula
07:17e consideram, inclusive, voltar à base governista e até apoiar o presidente Lula
07:22em uma eventual campanha de reeleição em 2026.
07:25A gente estava falando aqui com o Cristiano Beraldo justamente sobre a situação local
07:29de cada um desses partidos e aí eu quero também a opinião do Roberto Mota
07:34porque alguns desses partidos, apesar até de ter alguns pré-candidatos à presidência da República,
07:40em alguns estados têm ali os seus compromissos com o próprio presidente Lula.
07:44Em eleições municipais isso é até mais comum, alguns palanques que unem PL e IPT, direita e esquerda,
07:52que rivalizam no cenário nacional, mas que localmente às vezes se aliam em uma campanha.
07:58Fala, Roberto Mota.
08:01Isso faz parte da política.
08:04Essa foi uma das coisas que eu descobri na minha breve passagem pelo mundo da política.
08:10Um país com as dimensões do Brasil e com as características da nossa cultura
08:17e com a nossa legislação eleitoral que impõem demandas sobre quem quer criar ou manter um partido,
08:27demandas muito difíceis de ser atendidas.
08:30Para você atender, você tem que ter muitos recursos,
08:35você tem que ter uma rede de relacionamentos gigantescos.
08:38Uma das coisas que eu descobri foi exatamente essa.
08:41A maioria dos partidos tem uma cara diferente em cada lugar.
08:45Você vai num estado, lá naquela capital, a cara do partido é uma.
08:49Você pega um avião, vai para outra região, a cara do partido é completamente diferente.
08:55Eu não sei se isso é um problema
08:57ou se isso é a realidade inescapável de um país como o nosso.
09:04Mais uma vez, os partidos, a maioria deles, não são ideológicos.
09:09Eu já tive essa experiência de participar de partidos de direita, conservadores,
09:17e aí você vê pessoas de um partido de direita, conservadores,
09:20aplaudindo medidas que determinam o crescimento do Estado,
09:26medidas intrusivas que trazem o Estado para interferir na vida
09:31e nas decisões que o cidadão toma.
09:34E você diz, mas olha só, não pode.
09:37Isso aí não é uma política conservadora.
09:39Isso aí não é uma política...
09:40Ah, não, não, mas é bom.
09:42É para o bem da população.
09:44A população gosta.
09:45Então, eu tenho que aprovar.
09:47Essa é a nossa realidade política.
09:49Então, não dá para a gente deixar de reconhecer.
09:53Isso é realidade do Brasil.
09:54É uma realidade que, às vezes, parece mais distante do trabalhador,
09:59da população comum, né, Odávila?
10:02Esse tipo de acordo, arranjo político,
10:05que, às vezes, parecem fugir das ideologias, dos ideais,
10:09do que se pensa a respeito de economia, de segurança, de saúde,
10:13de administração da coisa pública.
10:15Luiz Felipe Dávila.
10:15Isso é ter partidos fracos,
10:20que não têm bons programas de governo
10:22e que, na verdade, é uma verdadeira frente partidária.
10:27O partido no Brasil, Coba, só existe na época de eleição.
10:30Aí você tem direito ao fundo partidário,
10:32ao fundo eleitoral, disputa a sua eleição
10:34e aí cada um vota do jeito que bem entender,
10:37toma conta do destino de acordo com a sua base
10:39e sempre justificando em relação à sua base.
10:43É isso que é o centrão.
10:44O centrão é essa grande frente partidária.
10:47Não são partidos programáticos,
10:49não são partidos com grandes convicções,
10:52são, na verdade, uma grande máquina eleitoral
10:55que entra em campo a cada dois anos
10:57para eleger o maior número de deputados federais,
11:01principalmente, que nós sabemos que é isso
11:03que determina o dinheiro do fundo eleitoral,
11:05e o maior número depois de vereadores,
11:07tal, que serve já de base
11:08para a próxima eleição proporcional.
11:10Então, é uma lógica de gincana política,
11:14não é uma questão de programa,
11:18melhor interesse do país, tal.
11:19E aí, é preciso separar o joio do trigo,
11:22porque tem muito político bom, sério,
11:26que quer fazer essa diferença no Brasil,
11:28que está na política.
11:30Eu sei que é uma minoria,
11:31mas é a minoria que movimenta a política,
11:34que faz a boa política.
11:36É a minoria que consegue angariar esse centrão
11:39e aprovar as reformas estruturantes do Brasil,
11:42como sempre aconteceu.
11:44Então, nós temos que apostar
11:45na liderança dessa minoria,
11:48capaz de disciplinar a ambição do centrão
11:51e transformar isso em voto
11:53e em reformas estruturantes do Estado.
11:57Essa é a realidade.
11:58Então, não dá para demonizar a política
12:01e nem, por outro lado,
12:03enaltecer todo mundo na política.
12:05Mas é preciso, sim,
12:07enaltecer os bons políticos
12:09que honram o nosso voto,
12:11honram o cargo que ocupa
12:12e estão fazendo o melhor possível
12:14para vencer as eleições
12:16e mobilizar esse centrão,
12:18disciplinar essa ambição
12:19e fazer com que aprove
12:21as reformas fundamentais
12:22que o Brasil precisa
12:23para criar instituições inclusivas.
12:26Cristiano Beraldo,
12:27você que é profundo, estudioso aí,
12:29da política,
12:31faz um raio-x para a gente aí
12:33de como é que estão
12:33os partidos de centro hoje?
12:35Para onde estariam indo eles
12:36se as eleições fossem agora?
12:38Estou falando do MDB, PSD,
12:40do próprio Podemos,
12:42Republicano, Cidadania.
12:44A gente teve até novidade no PSDB,
12:46agora com o Ciro Gomes também, né?
12:48Onde está o PSDB nisso tudo?
12:51Fala para a gente, Cristiano Beraldo.
12:52Cobar, eu não sou um estudioso, não.
12:55Eu sou, quando muito,
12:56um palpiteiro que vem aqui
12:58aprender com esses mestres aqui
13:00que são Dávila e Mota.
13:02Mas vamos lá.
13:04A gente tem no coração do centrão
13:07os partidos progressistas,
13:09União Brasil,
13:10o republicano,
13:12e o PSD.
13:15Progressistas e União Brasil,
13:17nós falamos bastante aqui,
13:18se uniram numa federação,
13:19e o que isso quer dizer, né?
13:21Muita gente não tem
13:22um entendimento exato
13:24do que a federação significa,
13:26mas foi um instrumento criado
13:27numa dessas últimas revisões
13:31aí do Código Eleitoral
13:33para que partidos pudessem
13:35se aliar para uma eleição.
13:40Então, a federação tem um prazo
13:41de validade, digamos assim,
13:43e nas eleições esses dois partidos
13:45fazem uma chapa única
13:47de candidatos a deputado,
13:50de candidatos a vereador,
13:52e obviamente apoiam, né,
13:54os candidatos a prefeito,
13:55a governador, presidente,
13:56dependendo da eleição.
13:58Pois bem, com essa união
14:00que existe, por exemplo,
14:02quando chega em São Paulo,
14:03esses dois partidos
14:05vão escolher lá
14:06quem serão os seus 70 candidatos,
14:09ou 71, se não me engano agora,
14:11é o número da atual legislação,
14:13candidatos a deputado federal,
14:15vão escolher quem serão
14:16os candidatos ao Senado,
14:18ou quem eles vão apoiar
14:19para o Senado,
14:20e por aí vai.
14:21Agora, o que eles estão caminhando,
14:24eu acho que depende
14:25da força que Davi Alcolumbre
14:27vem exercendo
14:28à frente do Senado Federal,
14:30porque o Davi Alcolumbre
14:33hoje rivaliza
14:35dentro do União Brasil
14:37com o presidente efetivo
14:39do partido,
14:40que é Antônio Rueda.
14:41Antônio Rueda,
14:42que não é um político
14:45tradicional,
14:46digamos assim,
14:47nunca foi eleito,
14:48ele veio como advogado
14:50do Antônio Bivar,
14:51que era o fundador,
14:52o dono do PSL,
14:54que depois virou
14:56numa fusão com o Democratas
14:57União Brasil,
14:59só que Antônio Rueda
15:00conseguiu tirar o seu criador
15:03de cena,
15:04que era o Luciano Bivar,
15:06e assumir esse protagonismo
15:08dentro do partido.
15:10E o Davi Alcolumbre,
15:12que é um político
15:13muito experiente do Amapá,
15:15já está aí
15:16salvegando o seu segundo
15:18mandato de senador,
15:20presidindo pela segunda vez
15:21o Senado Federal,
15:23ele colocou um freio
15:25de arrumação nessa relação
15:27e agora deu protagonismo
15:29ao grupo que o apoia
15:31dentro do União Brasil,
15:31e isso pode causar aí
15:33uma ruptura,
15:35caso, de novo,
15:36destaco aqui o indicado
15:38para o Supremo Tribunal Federal,
15:40na vaga de Roberto Barroso,
15:43que antecipou a sua aposentadoria,
15:44seja Rodrigo Pacheco.
15:46Pois bem,
15:47quando a gente olha
15:47para os republicanos,
15:48republicanos têm
15:49Tarcísio de Freitas
15:50como governador de São Paulo,
15:51que é uma figura,
15:53hoje,
15:53de projeção nacional
15:55e que,
15:56mesmo que dispute
15:57a reeleição
15:59para o governo
16:00de São Paulo,
16:02eu não vejo
16:03republicanos
16:03em condição
16:04de migrar
16:06a sua posição,
16:07o seu apoio
16:08para o governo federal,
16:10para a reeleição de Lula.
16:11Eu não vejo isso
16:12acontecer
16:13num partido
16:14que tem
16:14Tarcísio de Freitas
16:16disputando uma eleição.
16:18O PSD já é diferente.
16:19O PSD,
16:20ele estava,
16:21apesar de estar junto
16:22com o Tarcísio de Freitas
16:23no governo de São Paulo,
16:25o PSD,
16:26ele
16:27tinha uma proximidade
16:29muito grande
16:30com o Lula
16:31e uma antipatia
16:33de Bolsonaro,
16:34porque a relação
16:35de Gilberto Kassab
16:36com Bolsonaro
16:37estava rompida.
16:39Só que,
16:40recentemente,
16:42Jair Bolsonaro
16:43e Kassab
16:44se encontraram
16:45e fizeram as pazes.
16:47Então,
16:47hoje,
16:48o Kassab
16:49está naquela posição
16:49que ele adora.
16:50Ele tem Ratinho Júnior,
16:52governador do Paraná,
16:53potencial candidato
16:54à presidência.
16:55Ele tem Eduardo Leite,
16:56governador do Rio Grande do Sul,
16:58potencial candidato
16:59da presidente.
16:59E ele vai escolher
17:00o barco
17:01que ele vai embarcar
17:02conforme a conveniência
17:04do momento.
17:05Ele pode esperar
17:05até a véspera.
17:07E o MDB,
17:07só para concluir,
17:09o MDB é um partido
17:10que já foi muito grande,
17:11se reduziu muito,
17:12até porque tinha
17:13entre os seus grandes
17:14protagonistas,
17:15Sérgio Cabral,
17:16foi condenado
17:17a mais de 200 anos
17:18de cadeia
17:18por corrupção.
17:20O MDB,
17:21hoje,
17:21ele está numa posição
17:22onde ele precisa
17:23sobreviver,
17:23ele precisa se fortalecer.
17:26E ele vai fazer
17:27uma estratégia
17:28também de conveniência
17:29que ele pode decidir
17:30mais perto da eleição
17:32para conseguir ter palanque
17:34para os seus candidatos
17:35a deputados
17:36terem melhor capacidade
17:39eleitoral
17:40e, com isso,
17:41fortalecer o partido.
17:43O MDB está se reconstruindo,
17:46digamos assim,
17:47coisa que, por exemplo,
17:48o PSDB não conseguiu fazer.
17:50O PSDB foi a lona,
17:51vai ter que começar de novo.
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