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Inovação com shows ao vivo, lazer e exposição de artes | Ivan Alatxeve e a Casa da Matrona

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00:00O conceito é que ao invés do investidor de recurso financeiro retirar 100% do lucro gerado,
00:06ele retira 50% e 50% é distribuído de forma igual para quem trabalha dentro da operação.
00:12Esse é o conceito principal do colaborativismo.
00:16E a gente tem outras frentes que eu posso...
00:18É, vamos destrinchando aqui.
00:20Então tem esse grupo de 15 pessoas que trabalham na operação mesmo.
00:25E que é nesse modelo, a receita da casa é distribuída para os investidores, 50%, lucro 50% para os investidores
00:33e 50% para esse corpo de 15 pessoas que operam.
00:38Aí tem aquele espaço que você falou que é da exposição dos empreendedores que podem lá expor de forma gratuita,
00:44tem algum tipo de comissão que a casa recolhe, nada.
00:48A gente quer realmente dar voz para essas pessoas.
00:50Porque a gente entende que essa união de redes...
00:56Então, por exemplo, se essa moça que estava agora há pouco aqui, tão linda,
01:00o dia que ela for lá expor o trabalho dela, ela vai dizer para as pessoas que gostam do trabalho dela onde ela está.
01:07E a casa também vai dizer quem é ela.
01:09Então acaba tendo essa troca de público.
01:11Então é uma coisa onde a gente entende que é bom para todo mundo.
01:15E a nossa conta já está fechada com o que a gente faz.
01:20A ideia é poder realmente dar espaço para essa galera poder expor as coisas.
01:24E a gente faz isso nos momentos de operação da casa.
01:27E em alguns eventos específicos que a gente promove, a gente convida essas pessoas para eles estarem lá expondo.
01:34E como que é essa curadoria?
01:35Quem se interessou?
01:36Quem tem aí seu pequeno negócio?
01:38Que nem a Danega, as geleias que estavam aqui com a gente, que você citou.
01:42Quer expor?
01:43Entra em contato com vocês.
01:44Como é que vocês fazem essa seleção?
01:46A gente sempre vai fazer com pessoas que são pequenas e pequenas ainda.
01:52E que estão ali na frente da operação.
01:56Que são pessoas que fabricam geralmente itens, produtos e que vão estar lá expondo.
02:01São essas pessoas que a gente acaba convidando para estar com a gente nesses momentos dessas pequenas feiras que a gente faz.
02:08E aí de produção própria, eu estou vendo que tem uma frente muito forte aqui do café e do cacau.
02:16Você falou que também tem a micro cervejaria.
02:18Então o que vocês produzem lá são essas três frentes?
02:21Então cerveja, cacau e café?
02:24Ou uma parte vem de fora?
02:25Como é que é esse ciclo aí?
02:26A gente não é produtor rural.
02:29Então nós temos alianças com pequenos produtores rurais no Brasil todo.
02:34Então por exemplo o cacau.
02:35O cacau ele vem de Valência, do Antônio, que é um amigo muito querido nosso da casa.
02:41Os cafés a gente compra de pequenos produtores.
02:44Então esse aqui por exemplo que está aqui na frente, ele é de um...
02:49Inclusive ele é de um dos investidores da casa.
02:51É um cara super simples, que a gente chama carinhosamente de chuchu.
02:55Ele está na mata de Minas.
02:57Então a gente tem uma rede de relacionamento com produtores rurais.
03:01E a gente compra esses produtos ainda sem processamento.
03:06Então o café, por exemplo, o café a gente compra ele.
03:08O café especial, com certificação.
03:11A gente entra um pouco nesse assunto, se der tempo.
03:14E a gente traz esses grãos para a gente torrar na casa da Matrona.
03:17O cacau é a mesma coisa.
03:19A cerveja a gente compra os ingredientes e produz a própria cerveja.
03:22A comida a gente compra os ingredientes também de pequenos.
03:26E faz a produção lá dentro da casa da Matrona.
03:28Então o conceito é bastante vertical, assim, sabe?
03:31A gente compra essas matérias-primas e produz tudo lá dentro para poder dar voz para todo mundo que tem esse dom de trabalhar com as coisas.
03:39Massa, massa.
03:40E aí o café especificamente, ele tem uma coisa muito afetiva na vida da gente, né, Lu?
03:48E a gente tem um...
03:49Lá na casa, todo mundo que vai lá, a gente dá água, pão e café de graça como uma forma de acolhimento.
03:56Eu tenho certeza, se um dia você me falar, Ivan, vem aqui em casa.
04:01É o mínimo que a gente oferece, né, para quem chega em casa.
04:05Então a gente faz isso como um princípio de acolhimento, como um princípio de inclusão.
04:10Por incrível que pareça, tem um grupo relativamente grande de pessoas que elas não têm condições de frequentar um lugar que elas consigam pagar.
04:18Assistir um show que elas consigam pagar.
04:20Então lá na Matrona, essas pessoas podem entrar, elas podem comer, elas podem beber, tomar o café, a água, o pão, participar daquilo que está rolando ali e se sentir incluídas.
04:31A gente tem pessoas nessa condição.
04:33Então são dois tipos de acolhimento.
04:36O quem chega, que chegou em casa, que vai ter condições de poder comprar a sua comida, a sua bebida.
04:41E aquelas pessoas que vão chegar lá e falar assim, cara, eu estou sem grana, mas eu não vou ser discriminado ou discriminada por consequência disso.
04:49Ele vai ter essa inclusão.
04:51Vai ser acolhido.
04:52Vai ser acolhido.
04:52Gente, que lindo.
04:54Trabalho lindo.
04:55É louco.
04:55E assim, a gente fala que a gente entrega acolhimento.
05:00Esse é o nosso principal negócio.
05:02Só que a gente precisa sobreviver.
05:03E para sobreviver a gente vende comida e bebida.
05:05Aqui para a feira, a gente trouxe o café é o único item da casa que nós vendemos fora da casa.
05:15E a forma que nós escolhemos para fazer esse caminho é através de cafés colaborativos.
05:21Então vamos imaginar que a Lu tenha a marca de café dela.
05:25Pequenos empreendedores querem não ter as suas próprias marcas de café.
05:29Eles não precisam investi-lo.
05:30A gente faz todo o trabalho de investimento, faz toda a personalização, entrega esse café em sistema de comodato.
05:38E 50% do lucro gerado fica para os donos e donas das marcas.
05:42E 50% do lucro é da matrona.
05:45E volta o custo para a gente reproduzir esse café de novo para eles.
05:49O que a gente compartilha é o lucro.
05:52Caramba, gente.
05:53Eu estou aqui impactada.
05:55É doido, né?
05:56É doido, né?
05:56É impactada.
05:56É incrível.
05:57É mais que doido.
05:58É incrível.
05:59É uma super ideia.
06:00Agora, indo para o lado cultural, porque você falou, a pessoa vai receber o café, o pão, a água e a arte também, quando ela chega lá.
06:08Como que é o modelo de negócio para os artistas, né?
06:12Porque geralmente os artistas recebem cachê, ou eles vão só pela exposição, ou contribui quem quer.
06:19O cachê, ele é livre, não é livre?
06:21Vocês da casa que providenciam um cachê mínimo, como que é esse modelo?
06:26É muito louco.
06:26Assim, ele é híbrido.
06:28Normalmente, é assim.
06:29Todo artista, principalmente da parte musical que a gente contrata, ele já vem com um valor de contratação.
06:36A casa, ela paga isso e o que ela pede para quem frequenta a casa é um couvert colaborativo.
06:43Então, a gente chega para a galera e fala, gente, quem assistiu o show?
06:46Quem pode pagar?
06:47Curtiu?
06:47Você tem como contribuir com 25 pila para a gente poder ajudar a pagar o artista?
06:52Porque o objetivo da casa não é ter lucro sobre as apresentações.
06:56É proporcionar para quem está lá o momento de acesso à música, de acesso à cultura.
07:02A gente também tem outras situações que o artista fala, não, hoje eu não quero um valor fechado.
07:09Eu quero ficar com o valor do couvert arrecadado.
07:11Então, isso é negociado.
07:15Aí, você tem o trabalho de fotógrafos que são contratados, mas você tem também artistas plásticos, por exemplo,
07:22que querem mostrar o seu trabalho e eles falam, olha, eu quero ficar com a venda do valor da minha obra.
07:28Então, são necessidades diferentes, momentos diferentes que a gente não tem algo que é engessado.
07:35A gente trabalha isso pontualmente, mas esse é o macro de como a gente trabalha com os artistas.
07:42Sim.
07:43Agora, embora tenha toda uma filosofia, um propósito de que o objetivo mesmo é fomentar essa rede,
07:50não é lucrar rios de dinheiros, mas sim fazer essa economia circular,
07:54todo negócio, mesmo que seja um negócio de impacto, um negócio social,
07:58também tem ali um desejo, uma vontade de crescer.
08:02A gente sempre quer crescer.
08:02A gente quer aumentar os lucros, mesmo que seja para distribuir mais os lucros.
08:06Como que é essa estratégia de vocês de crescimento?
08:08Você falou que só o café é vendido fora do ambiente.
08:11Vocês vendem de forma digital, vocês vendem em algum site, vendem pelo Instagram.
08:16E como é que vocês projetam esse crescimento para além da casa?
08:19Porque, geralmente, quando você está em um lugar físico, você tem uma limitação.
08:22Eu consigo atender até X pessoas.
08:24E aí, quando você vai para o digital, aí você está num mar aberto, num oceano azul.
08:28Como vocês visualizam isso?
08:30A casa tem um tamanho.
08:31Então, assim, a gente fez um plano de negócios quando tudo começou.
08:37Depois, se tiver tempo, eu te conto como começou.
08:40Foi por causa do caos que eu passei.
08:41Pode contar, pode começar agora.
08:43Pode contar.
08:44Opa!
08:44Lu, eu trabalhava com capital intelectual.
08:47Vim da área profissional de varejo.
08:49Saí do mundo corporativo porque eu queria deixar minha barba crescer.
08:52Maravilhosa, Bárbara.
08:55Só você gostou, viu?
08:56Não, muito, muito da hora.
08:58A pessoa está meio horrorizada.
08:59E em 2020, eu tive Covid.
09:02Eu perdi 85% dos pulmões.
09:04Tive dois derrames, trombose e perdi a parte cognitiva.
09:07E quando você acessa a morte, você está fletando ali com ela.
09:13Eu não queria morrer aos 50 anos.
09:14Eu amo viver.
09:15Eu amo gente.
09:17Eu não queria ir embora.
09:18E a quem acredite ou não acredite, eu fiz um pacto com o Criador.
09:27E eu falei assim...
09:28Porque naquele momento, além de querer viver, o que mais pegou para mim, sabe o que foi?
09:33O legado.
09:35Porque propósito, em um momento da minha vida, eu descobri qual era o propósito da minha vida.
09:39Eu comecei a olhar para dentro.
09:41Eu comecei a lidar com as minhas sombras.
09:42Foi tudo jóia.
09:43Tomar remedinho, né?
09:46Mas o propósito.
09:47Eu falei, se eu morrer, eu não vou deixar nada.
09:50Nada que tenha impactado mais pessoas.
09:54E esse propósito do varejo colaborativo sempre teve no meu coração.
09:58E aí, ali naquele processo, eu tirei isso do papel.
10:03Aí depois, que eu tive uma nova chance, comecei a parar de babar, voltar a pensar um pouquinho.
10:09Aí eu fiz o plano de negócios.
10:10A gente submeteu esse plano a uma análise de um economista.
10:15E você imagina o seguinte.
10:16Como que você capta a grana para fazer um negócio colaborativo?
10:20Então, tem uma estrutura muito profissional de pensamento econômico nisso.
10:25Porque o que faz uma investidora ou um investidor tirar o seu dinheiro de um fundo de investimento
10:32e colocar na casa da matrona, além da questão do coração de falar, eu quero fomentar algo social?
10:37Ele tem que ter algum benefício com isso.
10:39E quando você pensa do ponto de vista de dividir, de compartilhar o lucro, que é o dividendo,
10:45é como se fosse um dividendo de uma ação.
10:47Você vai falar, pô, eu ainda tenho que dividir 50%?
10:49Então, essa não é a grande promessa de riqueza para o investidor e para o investidor de recursos financeiros.
10:58É a revalorização da cota.
11:00Porque quando você monta um fundo de investimento com um propósito, com um plano para você seguir,
11:06você projeta o que você vai faturar, você projeta o que você tem de custo,
11:11e você mostra o quanto de dinheiro você pode gerar de lucro.
11:15A partir desse momento, essas cotas começam a aumentar o valor.
11:19Só para você ter uma ideia, quando nós começamos, a cota era vendida a R$67,00.
11:25Hoje, já tem um valor de mercado de R$200,00.
11:28E ela projeta chegar em três anos um valor de R$450,00.
11:33Ou seja, para o investidor e para a investidora de recursos financeiros que entrou nessa,
11:38quando olha apenas o dividendo, não é um negócio legal.
11:41Mas é o impacto, né?
11:43O impacto é legal para caramba, mas do ponto de vista econômico,
11:47quando eles pensam na possibilidade de revalorização da sua cota,
11:51isso é interessante para eles.
11:53Então, a gente conseguiu fazer com que essa coisa funcionasse,
11:56encontramos leis para que isso pudesse se adequar,
12:00e isso foi como começou.
12:03Essa é a estrutura econômica.
12:05Quando você perguntou, desculpa a volta, aí eu vou responder a pergunta.
12:07É importante, a trajetória é importante.
12:09A gente tem um tamanho projetado para casa, né?
12:13E é isso.
12:15Ela vai chegar num momento onde ela vai estar 100% da capacidade dela,
12:19tanto de atendimento de pessoas, quanto de venda de café.
12:23Quando isso acontecer, né?
12:26Se Deus permitir que isso aconteça,
12:29a gente pode pensar depois na segunda casa.
12:31Mas nesse momento, a gente pensa em trazer para ela
12:34toda essa sustentabilidade financeira para o negócio.
12:37Então, por exemplo, o tamanho do café.
12:39Nós temos capacidade para produção e processamento
12:42de uma tonelada de café por mês.
12:44É muito para um negócio pequeno,
12:47mas para o mercado de café é pouco.
12:50Só que isso já é suficiente para a gente gerar um impacto
12:52muito positivo na vida de alguns empreendedores
12:55que vão ter a marca própria de café,
12:58e muito positivo para a matrona,
12:59que vai ter uma remuneração proveniente dessa uma tonelada.
13:03E, da mesma forma, essa uma tonelada é muito importante
13:06para aquela produtora e produtor rural
13:08que a gente tem aliança.
13:11Sabe?
13:11Então, essas contas, economicamente, elas fecham.
13:15Elas não são só idealismos.
13:18Caramba, gente.
13:20Então, a gente tem aqui dois modelos, acho que assim,
13:23para a gente já ir encerrando,
13:25que você trouxesse da perspectiva.
13:26De quem, como você, tem esse desejo
13:29de criar um negócio colaborativo,
13:32de fazer essa roda girar para si e para os outros.
13:35Então, assim, o que a pessoa precisa para começar, né?
13:37Você falou de um plano,
13:39de um projeto de investimento bem sólido também.
13:40Então, se eu pudesse condensar, né?
13:43Você que já pensou em ter um negócio
13:44que vai girar para todo mundo, dá essa dica.
13:47E para os pequenos que estão buscando,
13:49acho que fica esse convite, né?
13:50Para se aliar a vocês ou para outros negócios.
13:53Vocês são o primeiro, mas a gente sabe que também já tem outros, né?
13:57E aí, todo mundo ganha.
13:58Todo mundo ganha.
13:59Lu, acho que o nosso grande desejo,
14:01além de que essas coisas,
14:02com que esse grupo que a gente está dê certo,
14:04é a gente poder dar esse modelo do negócio
14:06e dividir esse conhecimento.
14:08Porque chegar até aqui com esse modelo que é novo,
14:11foi muito difícil.
14:13E ninguém que empreende é 360.
14:15Às vezes, a pessoa é muito boa em produzir alguma coisa,
14:18mas ela não é boa em gestão.
14:20Então, a minha sugestão é, primeiro,
14:21tente não fazer sozinho e nem só fazer sozinho.
14:25Busque pessoas que possam ser complementares,
14:28porque esse organismo complementar, ele é maravilhoso.
14:32Eu acho que se hoje eu pudesse, pela experiência,
14:35dizer alguma coisa,
14:36empreenda buscando pessoas que são complementares a você.
14:40E a gente está à disposição para poder,
14:42se alguém falar, olha, eu quero montar um negócio colaborativo
14:45usando a plataforma que vocês têm,
14:48é nosso dever social mostrar como isso funciona.
14:52Se alguém tiver algum pouco de recurso e falar,
14:54cara, eu quero investir na Matrona,
14:56a gente está aberto.
14:57Se a pessoa quiser falar, cara, eu quero trabalhar,
15:00a gente também está aberto.
15:02Então, a gente está aberto para poder conversar
15:04sobre essas possibilidades.
15:05Sensacional, Ivan.
15:08Obrigado.
15:09Até eu aqui, estou...
15:10Obrigado.
15:11Eu que agradeço.
15:13Parabéns, principalmente, pela sua iniciativa,
15:15pelo seu trabalho, pela sua resiliência,
15:17por essa volta por cima,
15:18depois de um episódio tão difícil e triste,
15:20que foi para todos nós,
15:22especialmente para você que contou a sua história.
15:25Enfim, muito obrigada.
15:26Obrigado a você.
15:27Obrigado pela tua energia boa,
15:29pela simpatia,
15:30pela galera do Terra aqui,
15:32super acolhedor.
15:33Arroba da Casa da Matrona,
15:36para quem quiser acompanhar de pertinho o que vocês fazem,
15:38quem não estiver tão perto em São Paulo
15:39e quiser acompanhar digitalmente, enfim.
15:41Pode ir lá, arroba Casa da Matrona.
15:44Facinho, simples assim.
15:46Vai ter essa tiazinha aqui,
15:47que é minha avó.
15:48Ela é a Matrona.
15:49Ela é a Matrona.
15:50A gente aceitou,
15:51o pessoal aceitou dar o nome da casa
15:54em homenagem a ela.
15:55Que legal, que lindo.
15:56Que é mãe de muitos, né?
15:57É acolhedora, né?
15:59As nossas vivas,
16:00as nossas matriarcas,
16:01as nossas matronas.
16:03Maravilhoso.
16:04Ivo, mais uma vez,
16:04muito obrigada a você que nos acompanhou
16:06e espero que tenha te inspirado
16:07nesse papo,
16:08motivado a buscar novas formas
16:09de pensar o negócio.
16:10Nem tudo é lucro, né, gente?
16:12Lucro também,
16:13mas tem outras formas
16:14da gente ganhar juntos
16:15em um negócio.
16:16Obrigada.
16:17Até o próximo episódio.
16:18Terra, meu negócio.
16:19Tchau, tchau.
16:33Tchau, tchau.
16:36Tchau, tchau.
16:38E aí
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