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O governo espanhol vai continuar a trabalhar ‘em todos os níveis’ para garantir a libertação de três espanhóis detidos na Venezuela ‘sem base legal’. Foi o que o governo afirmou nesta terça-feira, enquanto o primeiro-ministro Pedro Sánchez se reunia com familiares dos afetados.

Imagens: AFP

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#venezuela #espanha #detidos

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Transcrição
00:00O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sanchez, se reuniu nesta terça-feira com familiares
00:07de espanhóis presos na Venezuela.
00:09Os detidos são José Maria Bassoa e Andrés Martínez Adasme, presos em setembro de 2024
00:15em Puerto Ayacucho, acusados de organizar um complô para atacar o presidente Nicolás
00:20Maduro.
00:21Eles foram capturados juntamente com três americanos e um tcheco.
00:25Também estavam presentes familiares de Miguel Moreno da Pena, que foi preso em junho passado
00:30a bordo de um barco que buscava os restos de antigos naufrágios no Caribe.
00:34Mas, segundo as Forças Armadas venezuelanas, a embarcação estava realizando pesquisas
00:39científicas sem permissão em águas territoriais do país.
00:43De acordo com um comunicado da presidência espanhola, Sanchez disse às famílias que
00:47o governo espanhol vai continuar trabalhando e empreendendo esforços diplomáticos em todos
00:52os níveis para garantir a libertação e a repatriação dos espanhóis, que foram
00:57submetidos a detenções arbitrárias sem base legal.
01:01A Espanha tem sido um destino para figuras importantes da oposição venezuelana que fugiram
01:06do país, como Edmundo González Urrutia, que, segundo a oposição, venceu as eleições
01:11de julho de 2024 contra Maduro.
01:14O governo espanhol defende uma política de solução negociada para a crise na Venezuela.
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