O presidente Donald Trump reafirmou o interesse dos Estados Unidos na anexação da Groenlândia, citando razões de segurança nacional e soberania. O tema voltou ao debate nesta quinta-feira (8/1) após novas tensões geopolíticas. A ilha, território autônomo da Dinamarca, possui reservas minerais estratégicas e localização crucial para a defesa norte-americana.
A região abriga a base militar de Pituffik, essencial para o sistema antimísseis dos EUA desde a Guerra Fria. Além dos recursos como ouro e urânio, Washington alega que a falta de vigilância aérea e submarina a leste da ilha justifica a necessidade de maior controle sobre o território, visando garantir a rota mais curta entre a América e a Europa.
Embora a Groenlândia busque independência, sua economia ainda depende de subsídios de Copenhague. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, já reforçou a soberania sobre a ilha em abril de 2025, rejeitando tentativas de compra ou anexação. O impasse destaca o conflito entre interesses econômicos minerais e a autonomia política groenlandesa.
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Minutagem
[00:00] Trump reafirma interesse em anexar a Groenlândia por segurança nacional [00:19] O potencial mineral da ilha: zinco, ouro, urânio e recursos estratégicos [00:36] Importância geoestratégica e a rota militar entre EUA e Europa [00:54] Histórico de tentativas de compra e proximidade com Nova York [01:03] O papel da base de Pituffik no sistema de defesa antimísseis [01:35] Autonomia groenlandesa e a dependência econômica da Dinamarca [02:04] Reação da Dinamarca e reafirmação da soberania sobre o território
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