sábado, 6 de julho de 2013
Inconsciente/
Invariável e inconsciente/ vou parar a ti na minha ausência.
A falta memória afugenta a razão, porém mecanismos não inteligíveis sabem como fazer manter impressões que não domino.
Gostava que não fosse assim. Gostava que a fraca memória e a realidade me dessem abrigo e tranquilidade.
Quer-me parecer que noutra qualquer vida distante fez sentido, nesta já não. Ou sim. Ou não. Sim. Provavelmente para sempre até outra coisa qualquer que me distraia.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
quarta-feira, 11 de abril de 2012
domingo, 2 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Inevitabilidades
Dizes-me que perdi a habilidade de conexão.
Pergunto-te como se faz.
Não obtenho resposta.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
"Speak to me in a language i can hear"
A cabeça parece querer explodir a cada pausa, a meio de cada frase. Esforço-me por me concentrar, e eventualmente quando deixar de ouvir, vou sorrir. O expectável.
Uns minutos de silêncio provavelmente eram suficientes. A amnésia que me esvazia, é a mesma que me enche.
Traz-me familiaridade e eu prometo perder-me. Faz-me marioneta, enforca-me contra ti, como se fosse fácil voltar a entrar. Afugenta-me a debilidade que me inunda, faz com que pense mais que fingir, que fugir.
Quebra-me os braços para que te consiga sentir melhor, e deixa que te conte todas as histórias que me fazem lembrar.
Mente-me, eu prometo que tento acreditar. E muda-me. Faz-me crer que sim não implica um olhar distraído, e que querer-te não é ter de focar.
Lembra-me que sentir não é esquecer por dois minutos. E que continuar não significa necessariamente recuar.
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