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A jornalista Barbara Kogos está no estúdio do programa nesta terça (03) e vai explanar a fraude do INSS, assunto tão velho que até as vítimas são da melhor idade, comentar o aumento da atenção do povo com a política (por que será, né?!), além de ressaltar as suas expectativas para as eleições de 2026. É só colocar a carta na testa e prever que vai ter polarização no pleito, é simples… Ainda deu tempo dela analisar o novo IOF, que vai causar tanto impacto na economia que parece um filme do Morgan Freeman. Além, é claro, de detonar a condenação do humorista Léo Lins. Confira a entrevista na íntegra!

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Diversão
Transcrição
00:00Boa nossa convidada.
00:01No programa de hoje, um jornalista com opinião contundente e firme.
00:06Você achou que o escândalo do INSS era grave?
00:09Então, se prepare, porque ficou ainda pior.
00:13Não é possível! Não é possível!
00:16A mulher que distrai narrativas e desperta consciências.
00:22A verdade está escancarada, bilhões sumiram.
00:25Vou dizer a verdade, você quer saber?
00:27Palmas para a Bárbara Cogos.
00:33A Bárbara aqui, Bárbara participando aqui do programa Pânico.
00:37Primeira notícia aqui que a gente recebeu dessa pena.
00:42Eu achei um pouco exagerada.
00:43Oito anos em regime fechado e mais não sei quanto de indenização do Léo Lins.
00:50Bem um dia depois que soltam o cantor que tinha associação com o crime.
00:55Brincadeira.
00:56Exatamente.
00:57Bom, essa é a transformação da narrativa para que as pessoas comecem a entender que as palavras são mais poderosas hoje do que armas e fuzil.
01:13Até mais poderosas do que arma e fuzil.
01:15Isso em que a manipulação da narrativa faz com que seja justificado perseguição, prisão, para que as pessoas considerem isso de uma forma natural.
01:31Então assim, quando você tem um inimigo que é interno, porque toda revolução precisa de um inimigo interno.
01:37E aí, quem é esse inimigo interno?
01:40O discurso de ódio.
01:42Exatamente dessa forma você consegue compilar qualquer pessoa que se encaixe neste grupo como um perigo para a sociedade.
01:50Sim, se você não lê a cartilha, você é inimigo.
01:53Exatamente, exatamente.
01:55Assim você consegue justificar através das instituições qualquer tipo de perseguição, censura, prisão.
02:00Sim.
02:01O que aconteceu na pandemia era aquilo, né?
02:03A pessoa que não queria tomar a vacina era classificada como um cara fora do...
02:08Negacionista.
02:08Um negacionista.
02:09Sim.
02:10E também, quem não...
02:12É meio um socialismo moreno.
02:15Não, é...
02:16Sei lá, é...
02:17Maquiado.
02:18É.
02:18É.
02:19Interesses individuais, né?
02:21Porque ele só vale para um lado.
02:23A gente sabe, quando a gente está discutindo agora de interferência de rede social, big tech,
02:28quando sai uma lei, que vai ser votada inclusive agora...
02:30Dia 4.
02:31É.
02:31Tem um interesse.
02:32Amanhã.
02:32Amanhã.
02:33Amanhã.
02:34E justamente quando o congresso vai estar fechado, né?
02:37As TVs vão estar totalmente ali voltadas para o evento, né?
02:41Do BRICS e vai estar fechado.
02:43Mas já é proposital.
02:44É exatamente para isso.
02:45Para que não haja interferência, né?
02:47Então é a judicialização da política e a politização da justiça.
02:51Então é essa interferência que tem acontecido.
02:54Mas que a gente infelizmente vê aí a inércia do Senado, que é quem poderia realmente fazer alguma coisa.
03:01Perfeito.
03:02É.
03:02O que vai dar isso daí?
03:03O que vocês acham?
03:04Porque a gente tem uma discussão eterna isso daí.
03:06Quem que vai dar o ok?
03:08Quem vai controlar?
03:09A sociedade, o Senado vai por interesse também.
03:12Quem vai controlar?
03:13Então, eu acho que amanhã, provavelmente eles vão querer que a plataforma tenha mais participação na coisa.
03:21Mas é muito difícil a plataforma entrar nessa, porque senão é o que eles vão tomar de processo.
03:28Então vai se tornar um negócio que...
03:30Inviável.
03:31Vale muito dinheiro.
03:32Vai ter que sair.
03:32E aí ele vai ser responsável por todo mundo que...
03:36Porque se você lê lá aquele o Agri, do YouTube, de qualquer coisa...
03:40Eu concordo.
03:41É, o concordo lá.
03:43Quando você vai assinar qualquer plataforma, ele fala o seguinte.
03:46Nós aqui, simples...
03:48É que nem uma lista telefônica.
03:50Né?
03:51Tinha a lista telefônica com o número de todo mundo.
03:53Você entra lá e acessa o telefone.
03:56Eu não sou responsável por nada.
03:58Eles estão querendo que as plataformas fiquem responsáveis pelo que a gente fala.
04:05E aí?
04:06Como é que vai resolver esse problema?
04:09Porque a plataforma fala...
04:11Não, eu não tenho...
04:13Por exemplo, aqui é controlado.
04:14Certo?
04:16Aqui é um meio de comunicação que tem os seus controles e tal.
04:21Eu estou aqui com pessoa física.
04:24É o Emílio.
04:25Se eu falar alguma coisa, é o Emílio que falou.
04:27Na rede social, o Facebook não tem o controle de todo mundo.
04:32Não.
04:33Não é?
04:34E é isso.
04:35E é esse que é o problema dos robôs.
04:37O subterfúgio que é usado, Emílio, é sempre por uma causa moral, né?
04:41É sempre pelas crianças, pela divisa da democracia.
04:44Sempre bonita.
04:45Sempre lindo.
04:45Mas é pra ter o controle.
04:47Exatamente.
04:47Mas, na verdade, isso vai passar pelo crivo de quem?
04:50O que é verdade e o que é mentira.
04:52E aí que entra a questão também das mídias.
04:55Por isso a gente vê que tem uma ligação entre as mídias.
04:59Você liga numa emissora X, tá falando a mesma coisa, discurso de ódio, extremista, fascista.
05:06Sim.
05:07E aí você liga em outra emissora as mesmas palavras pra criar no consciente coletivo justamente de que essas pessoas,
05:15esse grupo de pessoas desse inimigo moral é um grupo perigoso pra sociedade, pra paz, pra democracia.
05:22Então, a narrativa, a transformação da narrativa, a manipulação das palavras, que a gente fala também que é a manipulação da semântica,
05:30que é quando você transforma censura em vira o quê?
05:34Moderação.
05:34Isso.
05:35Perseguição é o quê?
05:37Responsabilização.
05:37Então, quando tem essa transformação da semântica, da linguística, que estuda, na verdade, literalmente o que significa as palavras,
05:48mas também não só a denotação, mas a conetação, ou seja, como as palavras se transformam no contexto...
05:54Por exemplo, uma que fizeram isso é genocida.
05:58Genocida é uma palavra negacionista.
06:02Exatamente.
06:03São palavras.
06:04Exatamente.
06:04E perde a causa, né?
06:05E perde a causa.
06:06Então, você tem um inimigo que é interno, mas quem é esse inimigo?
06:10Não é uma pessoa específica, mas é qualquer pessoa que se encaixe neste grupo.
06:15Então, é utilizado as mídias, artistas, intelectuais, políticos, pra repetir massivamente aquela mesma narrativa
06:25e fazer com que as pessoas tenham uma percepção de que, na verdade, é até importante e até relevante
06:33prender essas pessoas, porque elas são perigosas para a nação.
06:37É justificável você prender um genocida.
06:40Você prender um negacionista.
06:41Por toda a narrativa.
06:43Olha como ele é a lista que ele é.
06:45Então, é justificável você prender ele, porque essa pessoa, ela é um monstro, né?
06:49Criado dentro daquela narrativa.
06:50Mas, ô Bárbara, você não acha que essa, isso aí, o Emílio até lembrou bem da pandemia,
06:54isso estava bem forte na pandemia, que você não podia discordar, porque aí já haviam todos esses adjetivos.
06:59Hoje, a gente está em um momento em que as pessoas, elas estão mais ligadas nisso.
07:04Não, isso aqui é uma estratégia política.
07:07Você acha que as pessoas, elas já estão ligadas nessa estratégia?
07:11Sim, as pessoas estão muito mais politizadas, né?
07:14Eu vejo, eu até quero fazer um tipo de stories nas minhas redes sociais, porque elas são bem movimentadas.
07:20E eu vejo que o comentário das pessoas nos posts que a gente vai fazendo, são comentários bem inteligentes, relevantes.
07:27As pessoas estão entendendo o que está acontecendo.
07:31E justamente por isso que as pessoas estão se manifestando demais em relação a isso.
07:36As pessoas sabem o que é liberdade, porque a grande massa, ela já não é tão grande, ela já é menor, né?
07:44A gente já consegue notar isso, é só olhar quem acompanha o bonito, né?
07:50Que é quase ninguém.
07:50Então, essa grande massa, que na verdade é uma minoria, eles não conseguem entender.
07:54Eu entendo o que você está falando, porque, por exemplo, hoje em dia, você tem a elite, quem comanda é a elite.
07:59E a elite perdeu a conexão com o povo.
08:02Então, a elite, ela só se comunica com uma pequena elite.
08:06Que são os universitários, os jornalistas, não sei o que, os intelectuais.
08:11Eles só falam entre eles.
08:13O povão, ele está sozinho.
08:16O povão é o cara que está aí na rua, que o fuzil vai lá conversar.
08:20Esse é que é o povo, que é a grande maioria.
08:23E esses caras não têm mais...
08:25A esquerda perdeu a conexão, justamente pelas pautas identitárias.
08:31Aí que eles se perderam.
08:32Também, porque não reflete a realidade, os valores da população brasileira, né?
08:38Os valores são mais conservadores, realmente.
08:40O Brasil é um país conservador, um país majoritariamente cristão.
08:44Então, não reflete e as pessoas não se identificam.
08:47E isso aí vai cair nessa pauta das redes sociais também, né?
08:50Porque ano que vem tem eleição.
08:52E aí, todo esse contexto semântico, como você falou,
08:56ele pode ser utilizado para você tirar qualquer adversário político.
09:00Você fala assim, olha, esse aqui, esse candidato,
09:02ele utilizou tais termos, então ele tem que ser tirado fora do jogo.
09:05Então, toda essa discussão, ela vai acabar em 2026.
09:09Eles estão se antecipando para as eleições agora de 2026.
09:15A direita, ela domina as redes sociais, não adianta.
09:19Até pela perspicácia, o intelecto, a inteligência,
09:23a assimilação do que está acontecendo,
09:25de não se deixar curvar pelas redes, principalmente abertas,
09:29porque você liga numa emissora e está falando as mesmas palavras.
09:32É fascista, é discurso de ódio, é negacionista.
09:35Aí você liga numa outra emissora, é as mesmas.
09:37Às vezes, as pessoas não estão mais se deixando manipular
09:40a tal ponto de não conseguir reconhecer de fato
09:44o que é um negacionismo.
09:46Não, porque as pessoas têm uma informação.
09:47E como a informação está muito alastrada nas redes sociais,
09:52as pessoas conseguem ter acesso a tudo,
09:55elas não se enganam.
09:56Então, antecipadamente, eles já estão entrando com medidas,
10:00como foi na última, em 2022, em 2022 para 2023.
10:05Então, eles já estão se antecipando. Por quê?
10:08Porque aquele grupo que falar aquelas determinadas palavras,
10:13que são, na verdade, de apelo moral, que é o discurso de ódio,
10:16como eu falei agora há pouco,
10:18sempre em defesa da verdade.
10:22Da democracia.
10:23Da democracia, exatamente.
10:26Então, quem for identificado contra,
10:28já é um perigo para a democracia, para a sociedade, para a paz do Brasil.
10:32É, porque são palavras que as pessoas, a grande maioria,
10:35elas não conseguem definir.
10:36Por exemplo, discurso de ódio.
10:38O que é isso?
10:38Você não consegue definir.
10:40Fascismo.
10:41Se você sair na rua e perguntar para qualquer pessoa,
10:43o que é fascista?
10:44Ele também não sabe definir.
10:46São palavras...
10:46Democracia.
10:48Pessoa...
10:48Sim.
10:49Vai...
10:49Vai...
10:50Então, são palavras...
10:52Os canhoteiros são bons.
10:53Sentido amplo, né?
10:54Eles embelezam.
10:55Direitos humanos.
10:56Estado democrático de direitos.
10:57São palavras lindas.
11:01São palavras lindas que eles têm muita habilidade em fazerem.
11:05Só que isso não é novo, tá?
11:07Porque no século XX, no fascismo e no nazismo,
11:10os judeus foram rotulados como inimigos do povo.
11:15Sim.
11:15Então, essa não é uma ferramenta nova.
11:19É uma ferramenta do comunismo e do fascismo e do nazismo,
11:22que são ali...
11:23Rotuladas.
11:24É, exatamente.
11:25A rotulação.
11:26Bárbara, você é uma jornalista, né?
11:29Ativa nas redes sociais.
11:30Quando ele começa a falar baixinho.
11:32Fala baixinho, né?
11:33Ele vem com uma paulada.
11:35Eu tenho medo.
11:36Eu tenho medo quando ele começa a baixar.
11:38Quando ele já tem EPT, pesquisando.
11:39Ele vem sussurrando.
11:41O SEMR do Samba.
11:42Raquetão da Hebraica.
11:43Vai lá, professor.
11:44Não, não.
11:45Eu ia perguntar se...
11:47Eu vi aqui que você se candidatou em 2022.
11:51Se você tem intenção em ir para a política ou tentar novamente, qual que é a sua pretensão, assim, na política?
12:00Olha só.
12:01Olha, nunca está descartado, né?
12:03Eu acho que se as pessoas entenderem que a minha função pode ser mais eficaz dentro do parlamento,
12:09eu posso encarar, sim, com verdade, né?
12:14E com responsabilidade e propósito.
12:16Mas hoje a minha missão é justamente essa, né?
12:19É trazer as pessoas para a realidade.
12:22É transformar a mentalidade das pessoas e formar cidadãos para que a gente possa continuar transformando o nosso Brasil,
12:29especialmente nesse momento tão fatídico, né?
12:31Nós estamos em estado de exceção.
12:33Embora estejamos aqui, né?
12:35Burlando, sei lá, driblando essa situação, de alguma forma, nós estamos em estado de exceção.
12:41É.
12:42Mas é muito sutil, né?
12:45Mas é.
12:46Sim.
12:47É uma coisa...
12:47Sim.
12:48É uma coisa...
12:49É uma coisa, sim, que quem tem voz pública, né?
12:54Tipo, Léo Lins, quem tem voz pública hoje está sofrendo, está preocupado, né?
13:01Está medindo o pensamento, né?
13:04Eu acredito que todas as pessoas...
13:06É uma auto-censura.
13:08É lógico, isso funciona como uma auto-censura.
13:11Porque acontece uma coisa com o Léo Lins, eu, o Guerreiro, a gente vai falar...
13:14Lógico.
13:14É, não vou contar piada desse tipo, você acaba fazendo uma auto-censura.
13:19Isso é pior do que a censura direta de não fale isso porque eu não quero?
13:22O que você acha?
13:23Interrogação.
13:24Ah, com certeza.
13:25Hoje a censura é exatamente assim, né?
13:28Então eles formam aqueles verificadores de fatos, né?
13:32Então não é proibido.
13:35Ah, é proibido.
13:36Então não é falado de forma clara que é proibido.
13:39Mas perfis são banidos, vídeos são derrubados, contas são desmonetizadas.
13:46Então é de uma forma tão sutil.
13:48E com toda essa narrativa de que é para a proteção do Estado, né?
13:53É da democracia, é contra a fake news.
13:57As pessoas acabam tendo uma...
14:01Criando no consciente coletivo de que, na verdade, aquela perseguição,
14:06aquela prisão daquele opositor é até algo que é benéfico para a democracia.
14:10Exatamente desse jeito.
14:12O Baruano, mas nesse caso, usando ainda o Léo Lins como exemplo,
14:16você não acha também que é aquela questão de ser um único lado?
14:19Porque assim, que nem tem o Léo, que a gente sabe que o humor dele é mais pesado e tal e tudo mais.
14:24E quem curte é quem consome.
14:26Ponto.
14:27Só que a gente tem outros humoristas também, que aí assumem um outro lado,
14:32que fazem piadas tão pesadas quanto, mas com uma certa gama de pessoas, vamos colocar assim.
14:39E esses não tem problema nenhum.
14:41Tem até humorista que antes estava falando, não, isso não cabe mais.
14:45E agora já está voltando a fazer piada de gordo, fazer piada de mulher feia,
14:48só que está de boa, porque está do outro lado.
14:50Você acha que isso ainda é o grande problema da questão?
14:54É, o lado do espectro, né, que você está falando, né?
14:58Sim, exatamente.
14:58Do canhoteiro.
14:59Exatamente.
15:00Humoristas canhoteiros.
15:02Chuta a cabeça do velho da van e está tudo certo.
15:05Faz o boneco do Nicola, dá paulada.
15:07Aí pode.
15:08Aí não é discurso de ódio, aí é arte.
15:11Mas é exatamente isso, por isso a população está tão ligada nisso, né?
15:16Porque é notório, é perceptivo, está escancarado.
15:19De um lado é permitido, do outro lado não é permitido, né?
15:23Quando a gente fala de humor, o humor vale tudo, né?
15:26Antes tinha aquele negócio de humor negro, não existe.
15:29É humor, é humor.
15:31E o Léo Lins, que é um espetáculo, aliás, é um dos que eu mais gosto no humor, né?
15:36O stand-up dele, ele é espetacular, eu assisto muito no YouTube, né?
15:41Passa um pouco dos limites, na minha opinião.
15:44Passa.
15:45Mas como é humor, mas também ele não perdoa ninguém.
15:48Ninguém.
15:49Então não tem assim, ah, ele faz discurso pra uma raça ou pra...
15:53Não, é ninguém.
15:54É o mais inclusivo de todos.
15:56É o mais inclusivo, exatamente, o mais inclusivo.
15:59E foi corno também.
16:01Isso é uma coisa...
16:02É uma minoria.
16:03Isso é uma coisa que eu até respeito ele, pelo chifre que ele tomou.
16:07Um corno assumido.
16:07Sim.
16:08Em rede nacional.
16:09Um corno assumido.
16:10É.
16:10Quer dizer, ele ri da própria desgraça.
16:12Isso é que é o humor de verdade.
16:13Mas faz mais ou menos piada de corno.
16:16Não vejo...
16:16O corno ele pega mais leve.
16:18Não, ele faz.
16:18Ele pega mais leve.
16:19No show tem...
16:20Porque ele é o próprio corno, né?
16:22Ele dói.
16:22Ele se sonha da risa.
16:23Exatamente.
16:23Então, mas...
16:25Eu acho, inclusive falando do filme, que a gente viu um filme...
16:30Se você for pensar bem...
16:32Vai chegar um determinado momento...
16:34Porque a tecnologia, ela está muito avançada.
16:38Principalmente, hoje a gente estava mostrando aqui, a inteligência artificial hoje faz coisas
16:42que você duvida.
16:43Porque sempre, né?
16:45A gente acredita no que nossos olhos veem.
16:47Então, se for muito bem feito, você vai ficar pelo menos em dúvida.
16:50E eu acho que vai chegar um determinado momento que você não vai saber mais se aquilo é ficção
16:57ou é realidade.
16:58Você vê o Glenn.
16:59Falta pouco.
17:00O Glenn.
17:01Você vê o Glenn aí, ó.
17:02Eu não sei se é ficção.
17:03Não é realidade.
17:04O Glenn já falou.
17:05Ah, não é ficção.
17:06O Glenn.
17:07Ele mesmo.
17:08Eu quero saber onde é que ele comprou a roupinha.
17:11Mas eu não acredito no que meus olhos viram.
17:17É a que a gente não quer acreditar, né?
17:19É grotesco.
17:20Eu acho que é ficção.
17:21Bizarro.
17:21Eu acho que é ficção.
17:22Então, mas aí que está.
17:24Quando a gente não conseguir mais identificar o que é realidade e o que é mentira, aí
17:31a coisa se complica.
17:32Exato.
17:33Porque aí você pode causar uma comoção.
17:35Ué, ver.
17:36O exemplo.
17:37Mas, Emílio, isso já acontece.
17:39As pessoas no natural não conseguem mais identificar o que é realidade e o que é fictício.
17:44Porque, vem cá.
17:45Quer mais fictício do que uma narrativa?
17:48Do que a transformação da semântica?
17:50Você transformar uma palavra e ter outra conotação?
17:55Hoje, se você falar homem hétero, é ofensa.
17:59É ofensa.
18:01Entendeu?
18:02Então, isso é fictício.
18:04Então, justamente esse inimigo da revolução, porque não deixa de ser uma revolução,
18:09ele é um inimigo interno e é um inimigo moral e vago propositalmente para que qualquer
18:14pessoa se encaixe no fictício, na ilusão.
18:17É um inimigo ilusório.
18:18É, mas quem que vai colocar a ordem nesse galinha?
18:22Para onde a gente vai?
18:24O bom samaritano.
18:25Não, não é.
18:26Alguém.
18:27É.
18:27Alguém tem que colocar a ordem nas pessoas, porque a sociedade, ela vive com ordem.
18:33Tem regra.
18:35Tem progresso.
18:36Se não, vira.
18:37Para a plataforma é dinheiro, para o político é voto.
18:40Então, a gente está nessa discussão.
18:42Exatamente.
18:43Mas, nenhum político vai fazer o que o povo brasileiro tem que fazer.
18:47Nenhum político.
18:48Não vai.
18:48Nenhum político.
18:49Nós não chegamos ainda no limite, porque as pessoas só conseguem entender o que realmente
18:56está acontecendo quando bate na própria carne.
18:59Por isso que a questão da alta dos alimentos acaba reduzindo a popularidade.
19:06Sim, porque você sente a...
19:08Porque você sente na própria pele.
19:10E justamente para as pessoas que não têm acesso a tanta educação, a comida é uma
19:18questão tão forte para elas, tão pragmática e tão fácil persuasão para elas, que tem
19:25político que oferece comida em discurso de campanha e consegue vencer.
19:29Claro.
19:30Então, quando você sente na pele somente que as pessoas conseguem perceber.
19:35E talvez ainda demore.
19:36Aconteceu assim na Venezuela.
19:38Uhum.
19:39Uhum.
19:39Break.
19:40Tem que fazer um breakzinho.
19:42Um breakzinho para a rede.
19:43Aliás, muito obrigado pela sua audiência.
19:45Eu vou passar as redes aqui.
19:47O Insta e o YouTube da Bárbara.
19:48É Bárbara Cogos.
19:50Cogos.
19:51Cogos.
19:52Cogos.
19:53Com K, né?
19:54Sim.
19:54Com K.
19:55K-O-G-O-S.
19:57Bárbara Cogos.
19:59Para você seguir nas redes sociais.
20:01Está aí, ó.
20:02Olha.
20:02Boa.
20:02Tem bastante coisa aí nas redes sociais da Bárbara.
20:05A gente volta para você que está no rádio daqui a pouquinho.
20:07Vai lá, Reginaldo.
20:08Posso fazer uma questão aqui?
20:10Ô, Bárbara.
20:11Queria saber sua opinião a respeito que eu recebi aqui.
20:15A turma me mandou.
20:17É uma barbaridade aí o que está acontecendo.
20:18lindo, que o STJ reconhecer a pessoa não binária no registro.
20:25Queria saber sua opinião e como que vai ser.
20:27A pessoa vai se aposentar com quantos anos?
20:29Porque não tem um meio.
20:31É masculino, é feminino.
20:32E agora não está sabendo?
20:33Não, vou te contar.
20:35Ela é o STJ, né?
20:38Tem uma decisão.
20:39Ô, ministro.
20:40Garante o direito à indicação do gênero neutro no registro civil.
20:45Que é uma pessoa não binária.
20:46Não se reconhece nem como homem, nem como mulher.
20:48E a terceira turma do STJ decidiu por unanimidade que deve prevalecer o registro civil.
20:55A identidade auto-percebida pelo indivíduo.
20:58Como que fica essa situação?
20:59A pessoa não é homem nem mulher, mas aí a gente tem umas regras, né?
21:04Por exemplo, na hora de se aposentar.
21:06Com quantos anos a pessoa se aposenta?
21:08Não se aposenta?
21:09Trabalha para sempre?
21:10Ou não trabalha?
21:11Já nasce já aposentada?
21:12Interrogação.
21:13Meu Deus.
21:14Absurdo.
21:14Deixa eu entender.
21:16Então, a pessoa que se identifica como não binária, na hora de se aposentar, vai prevalecer o sexo original?
21:24É isso?
21:25Aí eu não sei.
21:26Como que fica isso?
21:27Como que foi decidido?
21:28Não tem a decisão.
21:29Não tem a decisão.
21:30Justamente isso.
21:31Eu decido que eu sou não binário.
21:34No meu registro vai estar não binário.
21:35Nenhuma mulher.
21:36Mas agora é essa pergunta que eu te faço.
21:38Como que faz isso?
21:40Como que vai decidir?
21:41Como que vai chegar no final das contas?
21:43No fritar dos ovos?
21:46Se tiver ovos...
21:47No frigir dos ovos.
21:48No frigir.
21:49Pois é.
21:49Não fala de ovos, não.
21:50Dos ovos, se tiver ovos ou não tiver ovos, como que fica isso aí?
21:53Meu Deus.
21:53Se não tiver ovos, tem óvulos.
21:55É, pois é.
21:56É.
21:56Então, é para você ver onde chega, né?
21:58Onde vai chegar esse tipo de pauta que...
22:02Gente, qual o interesse?
22:04Olha só quanta coisa a gente tem para resolver no Brasil.
22:08O momento que nós estamos passando.
22:11Independente do momento, do estado de exceção, a gente tem a questão do INSS, certo?
22:18E o IOF, imposto e sobreimposto.
22:21E assim, ninguém.
22:22O governo está desgastado.
22:24Esse governo...
22:26Eu acho que as pessoas estão mais para o lado direito, né?
22:30Do espectro político, estão mais indo à direita.
22:33Porque a direita ainda tem um projeto.
22:36E tem um projeto que é do Paulo Guedes, aquela coisa...
22:39Sim, menos imposto.
22:39Do empreendedor, menos imposto, menos...
22:41Menos exceção de saco do estado.
22:42E na segurança pública.
22:43Que é o estado menor.
22:44Aquela...
22:45Sim, liberdade econômica.
22:47Isso, a papagaiada que eles falaram.
22:49Se vai dar certo, ninguém sabe.
22:51Porém, a conversa da canhota...
22:54Já sabemos.
22:54Já dura há 50 anos.
22:56É a mesma coisa.
22:58É a mesma promessa.
22:59E não deu o seu papinho.
23:01É a mesma história.
23:01É o mesmo papo.
23:02Se você pegar lá o mesmo papo de hoje, é o mesmo papo de 30 anos.
23:04É o encantador de jovens.
23:06Então, é aquilo que você falou.
23:08A gente é meio ignorante.
23:10Não tem muito escola.
23:12Não tem muito...
23:12Mas tonto...
23:14Não é mais tonto.
23:16Tonto não é mais...
23:18O povo não é mais tão tonto assim.
23:20Então, eu vejo por esse lado.
23:22É o projeto da coisa.
23:23Ele fala, pô, eu preciso tentar uma coisa diferente que talvez dê certo.
23:27O que a Argentina está fazendo?
23:29A Argentina ficou 60 anos...
23:31Roberto Fernandes.
23:32Ficou 60 anos lá com os peronistas, os quichineristas, aquela coisa lá.
23:36Benefício.
23:38Benefício para todo mundo e tal.
23:39É o benefício.
23:40Terminou nisso.
23:41Agora o cara vai tentar fazer uma...
23:43Equilibrar as contas.
23:44Exatamente.
23:45Por isso que essa questão do IOF, por exemplo, que está tão em pauta também, está sendo
23:50falado, que não é só uma medida econômica, mas é realmente o sintoma de que o país
23:57já está completamente degradado.
24:01Ninguém aguenta mais.
24:02É o gol de mão do Neymar.
24:05É o gol de mão do Valeu.
24:07É, mas voltando ao que você estava falando, isso não é um por acaso, né?
24:11Não é uma coincidência.
24:12É realmente um projeto, porque quanto mais as pessoas são dependentes do Estado, mais
24:17fácil é de manipulá-las.
24:19Sim.
24:20Sim.
24:20Mas você acha que o gigante acordou...
24:21Olha o Chiquinho pão de hambúrguer.
24:23Olha o Francisco.
24:23Olha o Francisco.
24:24Era a vez mais barrigoso aí.
24:26Bambando na teta do Estado.
24:27Ele vem roubar café aqui.
24:28A grávida de tal baté.
24:29O café está caro, viu, Chiquinho?
24:31Está inchado igual o Estado.
24:32E aí, Chiquinho?
24:34Empurrando com a barriga.
24:36Vai lá, Chiquinho.
24:38O que foi, Chiquinho?
24:40Microfone.
24:40E o laser?
24:41Um dos minutos calvou.
24:42Café está caro, meu.
24:43Café está caro.
24:44E o IOF?
24:45E o que aconteceu lá?
24:46Qual foi você que está acompanhando?
24:47Vem para a luz, Baleia.
24:49Vem para a luz.
24:50O IOF é uma alambança do governo, né?
24:53Mas você não era a favor?
24:54Você disse que o povo...
24:54O que eu falei foi outra coisa.
24:55Eu falei que o seu favor foi de economizar a regra do IOF.
24:58Não, vem não.
24:59Tem cadeira.
24:59Você falou aqui...
25:00É um absurdo.
25:01Que o povo brasileiro não sabe o que é juros.
25:03Que ele não está preocupado com juros.
25:05O que eu falei que é um absurdo.
25:06O Playboyzinho, Mauricinho, pegar um cartãozinho de débito de Banco Internacional e não pagar
25:10IOF.
25:11E o povão que viaja classe média e pagar 3,5% do cartão de crédito.
25:15Olha lá, está vendo?
25:16Então, uniformizar a regra, na minha opinião, é correto, pô.
25:18E você acha que só esse cara que vai pagar o IOF?
25:20Nós não vamos pagar.
25:22Eu quero uniformizar a regra do IOF.
25:23Não, não, não, senhor.
25:24Não, senhor.
25:24Você está usando...
25:25Você distorce a tese.
25:28Distorce.
25:28Você é o maior distorce...
25:29Você está distorcendo a tese.
25:31Sim.
25:31Não está, professor?
25:32Distorce a tese e a cadeira que ele senta.
25:35É isso aí.
25:35Está muito gordo.
25:37O baleia.
25:37Oi.
25:38O que mais?
25:39Olha lá, olha lá, o que está...
25:41É agora, é ao vivo isso?
25:42É ao vivo?
25:42É ao vivo?
25:43Ao vivo ou...
25:45O que que o Haddad resolveu?
25:48O que que ele resolveu lá, professor Samirana?
25:50Não, ele falou que ele foi lá no Congresso, deu ruim o negócio do IOF, aí falou, deixa
25:56comigo, e agora, ele falou, é um privilégio que deu errado, porque a gente vai poder mexer
26:02na estrutura, uma reforma mais profunda administrativa.
26:06E aí, está sendo aventado pelo Ministério de Minas e Energia, que ele está querendo
26:14jogar alguma coisa no petróleo, ligado à usina Latupi, mas ninguém sabe, ninguém
26:21sabe, porque ele vai falar hoje com o Lula para levar depois para o Congresso.
26:26Entendi.
26:27Vai vir uma bucha, né?
26:29Você não acha que no final, que agora vai dar o gás, 2027 é logo ali, reeleição,
26:35não vem uma bucha para esse gás.
26:36Acho que gás ele não vai dar.
26:37Não sei, hein?
26:38Mas era para anunciar.
26:39A luz ele já deu, né?
26:40Luz.
26:41Energia ele já deu.
26:42É, vai ser energia, ele deu energia, vai dar gás.
26:46Vai dar gás.
26:47Vai, parece que tem projeto de Pix para motociclista, que é uma base que eu acho que não, que o Lula
26:54não tem, né?
26:55Eu acho que ele é muito impopular com os motociclistas.
26:58Dá muito.
26:59E aí ele vai tentar fazer isso, mas não tem dinheiro, não tem de onde vir o dinheiro.
27:05E hoje o Lula também aprovou aquele, aprovou não, sancionou aquele projeto que dá mais
27:11de 70 bi em três anos para os servidores.
27:14Lembra que a gente falou na semana passada?
27:17É isso, é o que tem.
27:19É, medidas populistas, né?
27:20Para tentar salvar o que não tem salvação.
27:25Mas a gente nunca sabe, né?
27:27É, vai brincando com a gente.
27:28Mas aí só se for pelos meios.
27:31Sim, mas...
27:32Escusos.
27:32Mas porque prometeu uma picanha.
27:35Não.
27:35E com uma picanha...
27:37Sobrou nada.
27:37Ganhou uma eleição.
27:39Exatamente.
27:40Daquele jeito, né?
27:41Mas ganhou.
27:41Ganhou, né?
27:42Então, mas você tem que pensar que o brasileiro, ele quer resposta muito rápida.
27:49Mas qual que é a pauta?
27:49Ele quer milagre.
27:50Não, não.
27:51O brasileiro, ele pensa...
27:53Porque o brasileiro, se você pensar mesmo, pega o povo brasileiro.
27:57Ele trabalha hoje para comer à noite.
28:00Imediatista.
28:00Ele é imediatista.
28:01O pensamento do brasileiro é esse.
28:03Então ele fala o seguinte, o pensamento do povão.
28:06Como ele não ganha, não poupa, não consegue poupar.
28:09Porque não ganha bem.
28:10Porque essa é a realidade, não é o pensamento.
28:12É a realidade mesmo.
28:13O que acontece?
28:14Se o político promete uma coisa que vai ser amanhã, então eu vou te dar o gás de graça.
28:18Você fala, opa, é isso.
28:19Beleza, semana que vem não precisa poupar.
28:21Mas ele tendenciar o voto para ele, justamente.
28:25Mas ele conhece o povo que ele formou.
28:28Há quantos anos nós temos a esquerda no poder?
28:31Mas a estrutura do governo é assim.
28:33Sempre foi.
28:34Mas nós sempre vivemos num estado socialista.
28:36Nós sempre fomos socialistas.
28:38Nós fomos tendenciados a acreditar que os nossos heróis eram Karl Marx, era Che Guevara.
28:44Nós fomos uma sociedade socialista.
28:45Então ele sabe quem é o povo que ele treinou para ser quem é.
28:49E quem é esse povo?
28:50Esse povo, como o Emílio falou, é imediatista.
28:53Então ele pode só fazer porcaria, só porcalhada por três anos.
28:59No último ano, se ele incluir uma medida populista...
29:02Engabelar.
29:04Engabelar.
29:04Engabelar um projeto populista.
29:08Cai, vou votar porque no ano que vem a gente vai ter 100 reais a mais no Bolsa Família.
29:13Ele já conhece.
29:16Se ele estiver bonitão, ele continua.
29:18Tem uma autoestima muito elevada.
29:21E você acha que tem alguma competência ou algum adversário suficiente para combater o Lula nessa próxima eleição?
29:27Bolsonaro.
29:29Vem o Bolsonaro?
29:30Se ele não vier, está mais do que declarado que nós estamos num estado totalitário.
29:36O totalitarismo hoje, ele não é mais de fuzil.
29:40Ele veste toga.
29:42Mas isso é meio mundo, né?
29:43Brasil.
29:44Se você pensar, por exemplo, que ele agora ganhou lá na Polônia, ganhou lá o cara da direita.
29:48Também é o mesmo papo, né?
29:49Ah, estamos com medo, porque não sei o quê, porque é ligado ao Trump também.
29:53O Trump também é a mesma conversa.
29:56É um socialismo meio...
29:58A Europa é muito assim, né?
29:59Sim.
29:59É totalitário, essa coisa nossa de...
30:02É socialista.
30:02A Europa é meio socialista.
30:03E o Brasil é meio Leonardo disso, né?
30:08Aqui a gente pega as piores coisas.
30:10Pega o pior da Europa e o pior dos dois mundos.
30:13Exatamente.
30:14Aí resta nós aqui.
30:16É isso aí.
30:17É o pior dos mundos.
30:19O pior e o ruim, aí sai nós.
30:21Que péssimo que a gente sai.
30:23Quem não tem uma palavra...
30:24Mas a gente ainda tem que agradecer, tá?
30:26Por não ter nascido numa Palestina.
30:28Sim.
30:29Sim, sim.
30:30Olha, acabou.
30:31O mundo acabado.
30:32Não tem o que mais fazer.
30:33Exatamente.
30:33Por não ter nascido numa Cuba, numa Venezuela, sem futuro, sem...
30:39Onde o comunismo para, a vida morre.
30:41Exatamente.
30:42Exatamente.
30:43Tem mais perguntas?
30:45Eu tenho.
30:45O Alba.
30:46O Albeta.
30:47Eu tenho.
30:47Tá tendo na Woke.
30:49Não, porque eu ia perguntar do...
30:51A gente tá falando de 2026.
30:55São muitos 2026 ali.
30:56Um grande momento.
30:57Porque falam...
30:58Aí você falou do Bolsonaro.
30:59Só que caso não tenha o Bolsonaro, a gente vai com o Eduardo Bolsonaro, que é o nome
31:05que tá ficando cada vez mais forte.
31:07Ou o Tarcísio, que também teria o segundo mandato aí como governador de São Paulo.
31:14Ou outro nome.
31:15Qual é o nome se o Bolsonaro não conseguisse participar?
31:18O nome é o que o Bolsonaro indicar.
31:21Ele é o dono dos votos.
31:24Ele é o dono da popularidade.
31:25Nenhum adversário vence dele.
31:28Nenhum.
31:30E, sei lá, posso até dizer que não venceria nem no passado nenhum adversário.
31:35Então é quem ele indicar.
31:36Quem ele indicar.
31:37A gente tem bons nomes, sim.
31:39Temos o Eduardo, temos o Tarcísio, temos o Ratinho Júnior e temos outros também.
31:45A Michele.
31:47Michele.
31:47O que você acha ela preparada?
31:49Porque ela não tem experiência política.
31:50Bom, nós temos quem como preparar.
31:53O Sef era um preparado.
31:55Então foi bom?
31:55Foi bom?
31:56Essa foi boa experiência.
31:57Bom dia, pelo amor de Deus.
31:58O resumo da história do Brasil.
32:00Então foi boa experiência.
32:01Sou mais o Samy.
32:02O que tá acontecendo é o seguinte.
32:03Os caras tão pegando.
32:05Os caras tão pegando o nome forte.
32:07Você pega lá.
32:10A Corina, na Venezuela.
32:12Não pode entrar mais.
32:15A Le Pen, na França.
32:17Inelegível.
32:18Sim.
32:19O Erdogan, lá na Turquia.
32:21O prefeito quer.
32:22Sim.
32:23O prefeito junta a galera.
32:25Sim.
32:26E o que que eles falam?
32:27Eles chamam desses caras que tão juntando a galera de populista.
32:31Ultra populista.
32:32Também, não sei se é ultra.
32:33Isso.
32:34Isso tudo faz parte da narrativa que eu te falei, que é mais importante do que fuzil.
32:39Isso é transformação da narrativa pra criar, tá?
32:43Então eles vão criar extremista, ultra, exatamente.
32:45Pra deixar a gente com medo.
32:47De falar, não, esse cara ele representa, ele é o Mussolini agora, esse cara, porque
32:51vai lá uma turma e fica gritando o nome dele.
32:54Então é isso.
32:54Isso também é pra deixar a gente com medo pra a turma que tá comandando o mundo,
32:59pra a turma que tá na elite, continuar tranquila.
33:03Tranquila.
33:04Não é?
33:04Mas é assim a vida.
33:05É assim.
33:05Cabe a nossa audiência e a você também escolher um candidato e votar.
33:10Não é isso?
33:11É isso aí.
33:12Exatamente.
33:12Controlar pelo medo é uma delícia.
33:15É a Covid.
33:16É fácil, né?
33:17Sem...
33:18Com aparência de legalidade, né?
33:21Com aquela aparência de que tá sendo de forma legal.
33:24Aí é muito fácil.
33:25Mas as pessoas estão atentas, né?
33:26Eu venho nas minhas redes sociais falando muito sobre os bastidores da política, o que
33:32acontece, como...
33:33Porque a pessoa vota no deputado, depois não sabe o que tá acontecendo, o que ele faz
33:37lá.
33:38Isso entra nessa temática que a gente tá falando agora, porque ela vota no político
33:43e geralmente você vota num deputado e fala, olha, esse deputado eu voto nele porque ele
33:49tem valores conservadores.
33:51Mas essa pessoa nunca vai imaginar que esse político é base governista de um espectro
33:58político completamente oposto ao conservadorismo, né?
34:02Que é o oportunista, né?
34:03Que é o oportunista.
34:03Que tem muito.
34:04É o centrão.
34:05É isso aí.
34:06Não, é a base governista.
34:07É isso aí.
34:08O atual.
34:08É isso aí.
34:09Exatamente.
34:10Diz que até o Paulinho da Força vai pro lado do cavalo.
34:12O Paulinho da Força.
34:14Mas qual o cavalo?
34:15Seu Paulinho da Força.
34:15O Paulinho disse que não vai apoiar mais o PT.
34:18É, como assim?
34:18Ah, é?
34:19Agora ele viu...
34:20Vai por vários ou menos partidos.
34:22É, tá na notícia.
34:23Mais um oportunista também que sabe que é onde tem o voto.
34:26É isso aí.
34:26Pois é.
34:27Bom, eu vou passar mais uma vez.
34:28Eu, a Bárbara aqui, ó.
34:30A galera gostou de você, viu, Bárbara?
34:32Show.
34:32Simpática, didática.
34:33Fala lá, eu gostei da Fogos.
34:34Muito obrigada pela audiência maravilhosa que vocês têm.
34:38Eu quero agradecer pelo convite, inclusive, Emílio, e quero agradecer a sua audiência,
34:42que é ímpar.
34:44É uma audiência que tá muito ligada na política, que entende política.
34:48É mais ou menos.
34:49Não é que a pessoa entende, entende.
34:50Eu abri aqui agora, o Delari me manda aqui, ó.
34:53A nossa audiência.
34:54Olha lá, ó.
34:55Isso aqui gostou.
34:56Bateu palminho.
34:56Disse muito boa.
34:57A minha ideia ali, Thales.
34:58Tem emoji de palminho, é bom.
35:00É emoji de palminho.
35:00Eu não gosto quando vomita.
35:02O que mais?
35:03Eu gosto quando manda bem.
35:04É verdade.
35:06O que mais aqui, ó?
35:07É isso aí.
35:08O que que tão falando aí, Emílio?
35:09Então tá, eles comentam.
35:11Fantástica, bom.
35:12Mulher inteligente.
35:14Lindos.
35:16Se tiver alguma coisa, pode falar, porque o meu emocional é preparado.
35:21Fica tranquilo, tô forte.
35:22Ela é linda.
35:23Você sabe o que é engraçado?
35:25Isso aqui é machista, né?
35:26Porque eu falo, ela é linda e inteligente.
35:30Porque uma coisa excluindo a outra.
35:32Não pode ser assim.
35:33É verdade, verdade.
35:34Ela é linda e inteligente.
35:35É excludente, não é excludente.
35:37Lindona.
35:38Ah, muito obrigada.
35:40O que mais?
35:40RMS, lindíssima.
35:42Vamos lá.
35:42Bárbara Cogos.
35:43Tem muitos vídeos interessantes falando de toda a verdade política por trás dos bastidores
35:51da política.
35:52Falando sobre manipulação da narrativa.
35:56Eu tenho um conteúdo bastante educativo, porque o objetivo é justamente esse.
35:59vamos transformar 2026 numa nova política.
36:04Ó, vem aqui, ó.
36:05Emílio Gato.
36:06Chupa, meu Deus.
36:07Gato, Emílio, Gato.
36:09Adriana.
36:1070 a mais ficam loucas.
36:12Olha lá, ó, a inveja.
36:12A inveja.
36:13Olha a inveja.
36:14Ó, não fala isso, que o meu público, mais de 60% do meu público é 60 a mais.
36:20É isso aí.
36:21Um beijo aos 60 a mais.
36:22Deixa eu passar aqui o Instagram e o YouTube da Bárbara Cogos.
36:27Cogos é com K.
36:29Bárbara, tudo junto.
36:30Bárbara, K-O-G-O-S.
36:33Bárbara Cogos, obrigado pela sua participação.
36:36Eu que agradeço, amigo.
36:36Boa sorte pra você.
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