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Após prisão de acusado de matar uma mulher trans, advogada do réu defende que prisão foi feita de maneira irregular.

Imagens: Clara Mariz/EM

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#casoalice #prisão #feminicidio

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Transcrição
00:00Uma prisão irregular e forçada pela mídia. Não existe fatos novos, ele tem domicílio fixo, é uma pessoa que teve, sim, envolvimento há sete anos atrás, com tentativa de roubo, que na verdade não é uma tentativa de roubo, e é uma outra questão também que não envolve Maria da Penha, não envolve nada.
00:22E acredito que tenha sido forçoso por causa da pressão midiática, da pressão da mídia e da pressão do até então Ministério Público, que recebeu três negativas, sendo duas delas da meritíssima juíza Ana Carolina e um do desembargador da primeira câmara criminal.
00:46Então, chegando perto do recesso, tem que ter prisão. Ele estava me esperando para eu poder, foi dar um beijo na avó, porque ele estava, já tinha combinado com ele, assim, quando eu tive acesso ao processo.
01:01Ele não deve nada, ele é inocente, então, assim, ele ia se apresentar na delegacia. No entanto, é um ponto importante, a delegacia que investigou o caso, que fez tudo com o caso, negou recebê-lo e mandou, direcionou-lo para cá, para o Ceflano.
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