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Após prisão de acusado de matar uma mulher trans em BH, advogada julga provas frágeis e circunstanciais para a prisão de seu cliente.

Imagens: Clara Mariz/EM

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#casoalice #prisão #feminicídio

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Transcrição
00:00É incrível que na região da Savassi, aonde ele estava, não existisse uma câmera menor
00:06para poder tornar o inquérito mais robusto, como diz o Ministério Público.
00:13Não é possível que não tenha uma câmera que só grave áudio, mais ou menos.
00:18Não é possível.
00:19Então, nós advogados, acabou de chegar a doutora Luciana, que também faz parte do caso.
00:25Não é possível que nesse local não exista outra câmera que grave pessoas e não áudio.
00:34A degravação que foi feita na polícia foi uma degravação totalmente absurda e desconexa, porque o áudio é horrível.
00:44Esses ferimentos foram pós a UPA, porque nós estamos fazendo investigação particular,
00:53que na verdade é um trabalho do Ministério Público, mas a gente está fazendo para provar que nossos clientes são inocentes.
01:00Então, é tudo fundamental, desde o inquérito até o presente momento, é o que a gente chama no direito penal
01:05de fruto da árvore envenenada e outras coisas baseadas em provas frágeis.
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