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O governo Lula convocou uma reunião no Itamaraty para tratar da ofensiva dos EUA contra a Venezuela. Os ministros destacaram que a situação na fronteira é “tranquila” e que a vice de Nicolás Maduro, Delcy Rodríguez, é a nova presidente venezuelana.
Comentaristas: Fabrizio Neitzke e Maria de Carli


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Transcrição
00:00Porque lá em Brasília, aquela coletiva de imprensa do Itamaraty,
00:03começa nesse instante, a gente vai pra lá acompanhar.
00:06Uma reunião por videoconferência, a ministra da Defesa reiterou
00:10que a movimentação na fronteira do Brasil com a Venezuela
00:12segue tranquila e sob monitoramento.
00:16E a nossa embaixada em Caracas segue acompanhando com atenção
00:20não apenas o desenrolar dos acontecimentos,
00:23mas também a situação da comunidade brasileira naquele país,
00:26não havendo qualquer relato de vítimas ou feridas na comunidade brasileira.
00:31Inclusive, temos a informação de que 100 brasileiros que estavam no turismo
00:35saíram tranquilamente com a atuação da nossa consul-geral da fronteira.
00:41Enfim, a situação está tranquila.
00:44A situação na fronteira nunca foi tão tranquila como está hoje.
00:50Movimento mínimo é como se fosse um grande feriadão.
00:54até o movimento de automóvel é mínimo possível.
00:57De maneira que está tudo calmo, as fronteiras estão abertas,
01:00não há nenhuma restrição.
01:02O brasileiro que estiver lá pode vir.
01:05Procurou-se a embaixadora, a embaixadora ajudou.
01:08A vice-consul brasileira lá também tem ajudado bastante.
01:11De maneira que nós estamos só de plantão
01:14para ver se surgem novos acontecimentos.
01:17Só isso.
01:17A nossa posição é a posição do presidente, que foi divulgado hoje de manhã.
01:28O Brasil continua sendo a favor do direito internacional,
01:32que é a posição tradicional brasileira,
01:34contra qualquer tipo de invasão territorial,
01:39é pela soberania dos países.
01:40O que está na declaração do presidente hoje de manhã
01:44continua sendo a posição do Brasil,
01:46que será também apresentada na reunião do Conselho de Segurança,
01:50que está convocado para segunda-feira,
01:53na parte da manhã.
01:53Não sabemos, ainda não está confirmado,
01:55mas será aberto e o Brasil vai participar
01:57e repetirá tudo isso.
01:59Embaixadora, quem o governo do Brasil considera hoje
02:02que comanda a Venezuela?
02:03Na visão do Brasil, quem é o presidente da Venezuela
02:06e com quem o Brasil está em interlocução?
02:07Se na ausência do atual presidente,
02:10Maduro é a vice-presidente.
02:12Ela está como presidente interina.
02:13Alguma reunião dos organismos aqui da América do Sul, da América Latina?
02:18Não, está sendo cogitada uma reunião ministerial da CELAC,
02:22portanto, todos os países da região,
02:24amanhã, para amanhã, por volta das 14 horas de Brasília.
02:28Ministerial.
02:29Houve algum contato de autoridade brasileira com o Delcio Rodrigues,
02:33ou ainda não?
02:33O único contato que houve entre autoridades
02:35foi a de manhã do Nicaro Morugueira,
02:37com o governo americano.
02:38Exatamente, exatamente.
02:39E com o governo americano, tem previsão de ter algum tipo de...
02:41Não, previsão não.
02:43Teremos contato se a ocasião aparecer.
02:46Como o senhor vai fazer?
02:46É, não cabe a nós.
02:48Não, não dá para fazer algum contato com o governo americano?
02:51Não, faremos durante a reunião do Conselho de Segurança.
02:53Não cabe a nós fazer nenhum tipo de contato.
02:55Mas o senhor vai fazer algum comentário sobre a declaração do presidente Trump e essa ameaça?
03:01É o mesmo comentário da nossa posição, da posição que ele divulgou na parte da manhã.
03:07Está muito clara.
03:09Existe preocupação a respeito dos Estados Unidos assumirem a administração da Venezuela,
03:14tido por um país vizinho, alguma preocupação sobre a mudança de...
03:18Sim, temos que esperar e aguardar, ver como é que isso vai se desenrolar.
03:22Eu acho que a reunião no Conselho de Segurança, as reuniões que vão acontecer daqui para frente,
03:27poderão deixar mais claro todas essas...
03:29Obrigada, gente.
03:30Obrigada.
03:30Obrigada.
03:30Tchau, tchau.
03:31Amanhã tem alguma reunião prevista desse nível emergencial?
03:35Não, não, não.
03:36Por hora não.
03:38Olha, quem falava, quem falava em Brasília agora é a secretária-geral do Itamaraty,
03:45Maria Laura da Rocha, uma coletiva de imprensa, então bastante rápida.
03:49Dourou aí cinco minutinhos, mas com os questionamentos dos jornalistas.
03:53Só para a gente retomar algumas informações importantes da fala, tanto da secretária-geral
03:59do Itamaraty, quanto do ministro da Defesa, José Múcio, de que agora o Brasil, então,
04:05considera que a presidente da Venezuela é Delci Rodrigues, então, que é a vice-presidente
04:11que assumiu interinamente, foram questionados sobre quem consideram, já que os Estados Unidos
04:17mesmos disseram que devem assumir ali, pelo menos transitoriamente, de alguma forma que não
04:22foi explicada ainda pelo presidente Donald Trump, esse governo também falaram de uma
04:26reunião da CELAC, a comunidade de estados latino-americanos e caribenhos, e também
04:33com os órgãos de justiça sobre esse assunto, agendada para amanhã às duas da tarde.
04:37Então, posicionamento do Itamaraty permanece o mesmo, foi publicado pelo presidente Lula
04:41ali no início, no meio da manhã, mais ou menos, em que considera que o diálogo é necessário
04:48que condenou o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, citando ali a diplomacia e a soberania
04:55dos países, e agora, então, de acordo com eles mesmos, aguardam, então, novos desdobramentos
05:01e, principalmente, essas reuniões com outros países para entenderem melhor como é que
05:04fica o cenário.
05:06Sobre isso, então, eu vou voltar a chamar tanto a Maria de Carli, quanto também o nosso
05:09editor de Internacional, Fabrizio Naitz, que está aqui nos nossos estúdios.
05:14está o dia inteiro, na verdade, aqui, né, Fabrizio, chegou logo cedo, já com a notícia.
05:20Começo com você, então.
05:21Já era esperado, né, Fabrizio, um posicionamento do Itamaraty parecido com o que o presidente
05:26Lula tinha colocado, nenhuma grande mudança, imagino, nas próximas horas, não só do Brasil,
05:31mas de nenhum outro país.
05:33Exatamente, Bia, boa noite para você, todos que acompanham o jornal Jovem Pan.
05:36O Itamaraty costuma ter posicionamentos técnicos, posicionamentos que seguem uma espécie
05:42de política de Estado, na verdade, muito mais do que de governo, isso é algo histórico
05:47da diplomacia brasileira, independentemente da presidência estar à esquerda ou à direita
05:52no espectro político.
05:54O Itamaraty mantém posturas sempre técnicas, buscando o seu mais sóbrio possível em relação
06:00à política internacional.
06:02Por isso, o reconhecimento, pelo menos nesse momento, de Delce Rodrigues como a chefe de
06:08Estado venezuelana, uma vez que Nicolás Maduro está fora do país, foi preso pelo governo
06:13norte-americano e a Delce Rodrigues foi declarada, então, presidente interina.
06:19A gente vai aguardar essa reunião do conselho que a Maria Laura mencionou nessa entrevista
06:24coletiva.
06:26É interessante esse destaque feito pelo ministro Múcio em relação à tranquilidade na zona
06:32de fronteira entre Brasil e Venezuela, ali na região de Pacaraima, norte do estado de
06:39Roraima, porque é claro que pode haver uma nova saída em massa de venezuelanos em direção
06:45ao Brasil, como também podemos ver futuramente uma tentativa de retorno de muitos venezuelanos
06:52que estão fora do país já há algum tempo.
06:56Desde 2014, pelo menos 8 milhões de pessoas deixaram a Venezuela por conta da crise econômica
07:02e social que o país atravessa.
07:05O que a gente pode analisar nesse momento, quando José Múcio fala que a situação está
07:11tranquila em relação à Venezuela, é de que, de fato, o que aconteceu nessa madrugada
07:18de sábado para a extração de Nicolás Maduro e sua esposa lá de Caracas foi uma operação
07:24bastante pontual dos Estados Unidos, precisa, algo que coincide muito com a coletiva de imprensa
07:31feita hoje em Mara Lago, de que os Estados Unidos agiram de forma decisiva e com extrema
07:36precisão para evitar conflitos, para evitar troca de disparos, para evitar mortes e tirar
07:43Nicolás Maduro de dentro da Venezuela.
07:46Claro que isso pode se intensificar e isso vai depender muito da postura do exército venezuelano
07:53e também de Delce Rodrigues.
07:55Delce Rodrigues recebeu muitos elogios de Nicolás Maduro enquanto vice-presidente.
08:01Maduro chamava ela de uma tigresa na defesa do governo venezuelano.
08:06Se ela mantiver uma postura muito fiel a Nicolás Maduro, a gente pode ver novos conflitos,
08:12porque Donald Trump já falou na coletiva de hoje que se os Estados Unidos voltarem,
08:18se houver uma segunda onda de ataque norte-americano na Venezuela, ela será ainda maior, ainda
08:24mais forte, possivelmente muito mais sangrenta.
08:26Se o exército venezuelano tentar reagir também a essa ação dos Estados Unidos, a gente pode
08:33ver um conflito em larga escala na Venezuela.
08:37Um conflito em larga escala não interessa a ninguém.
08:40O que interessa mais para os Estados Unidos nesse momento é conseguir, de fato, um controle
08:46nessa dinâmica entre Caracas e Washington.
08:50Ou seja, Delce Rodrigues pode até permanecer no governo.
08:54Possivelmente é isso que vai acontecer, de fato, até que seja instalada essa transição.
09:00Mas respondendo, de certa forma, ao governo norte-americano.
09:04Marco Rubio falou isso agora há pouco ao New York Times.
09:08Vamos tomar ações baseado nas ações desse governo interino venezuelano que tem uma oportunidade
09:14histórica em mãos.
09:16Ou seja, ela pode fazer declarações firmes contra o governo norte-americano porque ela
09:21precisa atender também uma parte da população venezuelana que quer uma resposta.
09:25Mas isso não significa que ela vai atacar os Estados Unidos ou que ela vai ter uma postura,
09:31de fato, de força, de enfrentamento contra a Casa Branca.
09:36Isso parece pouco provável nesse momento.
09:39Inclusive, depois a gente vai trazer aqui, Delce Rodrigues disse, não é, Fabrício?
09:43Que Venezuela nunca será uma colônia.
09:46E reiterou que Maduro, então, é o único presidente.
09:50Aí eu vou rodar também com a Maria de Carli para a gente continuar nessa história.
09:55Maria, você vê uma ostensiva muito forte por parte, então, da Venezuela nesse momento,
10:03os apoiadores de Nicolás Maduro?
10:06Ou realmente isso é muito difícil contra uma potência como os Estados Unidos e que,
10:10querendo ou não, recebe aí nesse momento muitos apoios, inclusive dos próprios venezuelanos
10:15de fora do país, como a gente observou na reportagem?
10:18Olha, tem duas camadas aí de bate-pronto que eu posso te responder nesse momento.
10:24Quem são os apoiadores de Nicolás Maduro?
10:26Vamos lá.
10:27A gente viu que nas eleições que foram fraudadas, cerca de 70% da população votou
10:31no governo de Edmundo Gonzalez versus o quê?
10:3430%, algo em torno de 25% que apoiou o governo Maduro.
10:39Dentre esses 25%, 30%, quem de fato apoiava o governo per se, por conta da legitimidade
10:47que exercia sobre o povo venezuelano ou por questões ideológicas?
10:50Acredito que é uma fração muito pequena, porque o resto dessas pessoas provavelmente
10:54faziam parte desse aparelhamento de um Estado que estava altamente inchado.
10:59E aí eu chego na minha segunda camada em relação aos apoiadores de Maduro, porque o Maduro
11:04constituiu o seu apoio através de corrupção, de promoções injustas.
11:10Ele tinha ali um aparato que ele sustentava.
11:13Tive a oportunidade de conversar com muitos refugiados venezuelanos, inclusive o Brasil
11:16é o terceiro receptor de refugiados venezuelanos.
11:20Temos algo em torno de 620 mil refugiados venezuelanos em solo brasileiro.
11:25E eles me informaram, o Maduro faz ali, nomeia generais sem ter o critério técnico,
11:31faz uma série de benevolências para ter ali os seus apoiadores.
11:35Ou seja, se um sistema e um regime é apoiado por corrupção, tudo indica que esse regime
11:42ele tende a ser frágil, seus apoiadores ali tendem a ser frágeis.
11:46E um outro governo, digamos assim, que vier com uma oferta maior, consegue esse apoio
11:51desse aparato.
11:53Então é complexo.
11:54Eu não sei se o Maduro teria uma forte base de apoio ideológica que quer que esse
12:00regime permaneça porque a qualidade de vida da população piorou muito ao longo desses
12:0426 anos do Chávez para o Maduro e até agora.
12:08Então é complexo.
12:09Eu vejo que a população quer mudança.
12:12Votou para isso.
12:13Então é complexo.
12:14A meu ver, o embaixador mencionou, a embaixadora mencionou que as fronteiras estão calmas.
12:20É porque, é claro, as pessoas estão com medo, elas estão apreensivas, elas não
12:24sabem o que vai acontecer.
12:25Então, nesse momento, o medo e a apreensão é o que provavelmente deve estar regindo
12:29a população venezuelana, tanto de situação quanto de oposição.
12:34Olha, e agora a gente vai voltar lá para Brasília.
12:36O Igor Damasceno, que falava com a gente, depois acompanhou a coletiva de imprensa.
12:41Agora volta para passar maiores informações.
12:43Igor, foi uma coletiva bastante rápida, mas já tem então até reunião agendada para
12:49amanhã, isso mesmo.
12:50Pois é, Beatriz, uma coletiva que durou menos de cinco minutos, mas que a gente já
12:57consegue destacar alguns pontos importantes.
13:00O primeiro deles que eu destaco para vocês é que, apesar da captura de Nicolás Maduro,
13:05que já está a caminho dos Estados Unidos, o governo brasileiro reconhece, então, a vice-presidente
13:11do país como a presidente interina.
13:13Isso porque na coletiva de imprensa, Donald Trump, ele deixou bem claro que vai comandar
13:19a Venezuela, inclusive as reservas de petróleo da Venezuela, até que a situação volte
13:25à normalidade.
13:25Mas o governo brasileiro não reconhece Donald Trump como a pessoa que está à frente da
13:30Venezuela, e sim a vice-presidente do país.
13:35Esse é o posicionamento do governo federal nesse momento.
13:39Também adiantou que o Brasil vai participar da reunião do Conselho de Segurança e que,
13:44por lá, ele vai tentar um diálogo com o governo norte-americano, com Donald Trump.
13:49Não tem nenhuma tratativa para que os dois conversem, eventualmente, por telefone ou por
13:54videoconferência.
13:55Vai ser tudo mesmo uma tentativa no Conselho de Segurança.
13:59E tem também a reunião da CELAC, que são os países latino-americanos e caribenhos,
14:04que vão se reunir na semana que vem, e que o principal assunto sobre a mesa, de fato,
14:09vai ser essa ofensiva, essa captura de Nicolás Maduro por parte do governo norte-americano.
14:15Agora, as outras informações, elas se repetiram.
14:18Disseram que a fronteira do Brasil com a Venezuela está numa situação tranquila, que, se for
14:23necessário, vai ter um reforço na segurança.
14:27Disseram também que os brasileiros que moram na Venezuela estão seguros.
14:31Não há brasileiros entre as possíveis vítimas da Venezuela.
14:35A gente sabe que teve um bombardeio nessa madrugada, um bombardeio em larga escala, e não
14:41há possíveis vítimas brasileiras por causa dessa ofensiva militar norte-americana.
14:47Também disseram que estão em constante diálogo com o governo de Roraima para monitorar
14:53a situação da fronteira.
14:55Agora, o governo brasileiro continua com o mesmo posicionamento, de condenar esses
15:01bombardeios e essa ofensiva norte-americana na Venezuela.
15:05A nota divulgada pelo presidente Lula na manhã de hoje continua valendo.
15:10Inclusive, até peço para a nossa produção colocar essa nota no ar, porque são as palavras
15:15oficiais do governo federal, do governo brasileiro, em torno dessa situação.
15:20E o presidente Lula, ele diz o seguinte, abre aspas, atacar países em flagrante violação
15:25do direito internacional é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade,
15:31onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
15:35A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado
15:41em situações recentes em outros países e regiões.
15:45E finaliza a nota dizendo o seguinte, o Brasil condena essas ações e segue à disposição
15:51para promover a via do diálogo e da cooperação.
15:54Essas últimas palavras de que segue à disposição é porque o presidente Lula, desde o ano passado,
16:01ele tem se colocado como uma pessoa que poderia mediar esse conflito, mediar o debate entre
16:08Venezuela e Estados Unidos.
16:10Ele se colocou à disposição para intermediar uma possível saída, um acordo entre os dois
16:16países.
16:17E agora o presidente Lula reforça mais uma vez que está à disposição para intermediar
16:22esse diálogo entre Venezuela e Estados Unidos.
16:25Ainda que a situação já esteja totalmente concentrada em Donald Trump, Lula está disposto
16:30a tentar uma negociação entre os dois países para que não haja conflitos aqui na América
16:36do Sul, haja vista que a Venezuela faz fronteira com o estado do Amazonas e com o estado de Roraima.
16:42Então é um vizinho muito próximo.
16:44Se acontece algo lá, pode respingar aqui também.
16:48O governo federal sabe disso.
16:49A gente vai seguir acompanhando porque vão ter novas reuniões ao longo de amanhã e da
16:55próxima semana não acaba por aqui esse episódio.
16:58A gente vai seguir acompanhando todos os desdobramentos.
17:01a gente vai se ver.
17:01A gente vai se ver.
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