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Pensar em mudar de emprego tem se tornado cada vez mais comum no Brasil. Uma pesquisa da consultoria Robert Half, divulgada nesta segunda-feira (05), aponta que 61% dos profissionais pretendem buscar uma nova oportunidade em 2026. O especialista Victor de Almeida Moreira concedeu entrevista ao Morning Show e falou sobre o assunto.
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NotíciasTranscrição
00:00Se é o seu caso aí também, eu quero saber, o pessoal que nos acompanha pela rede social,
00:03pelo YouTube ou pelo nosso canal direto no WhatsApp,
00:07tá pensando em mudar de carreira nesse ano, tá?
00:09Já, sabe, do saco cheio, do trabalho, às vezes quer dar um upgrade na sua carreira,
00:15não quer mais isso, ou quer mudar completamente de profissão,
00:18às vezes acontece isso também, a pessoa...
00:19A pessoa é DJ e depois vira apresentador do Morning.
00:22Pois é, eu sinto saudade da época que eu era DJ.
00:24Então, de quando eu tocava todo fim de semana, perdendo festas e tudo mais,
00:28assim, tudo na vida tem o bônus e o ônus, né?
00:30Assim como a vida de jornalista, a gente trabalhou no plantão,
00:33não queria dizer nada também, ele vai falar que eu tô pegando no pé.
00:37Eu trabalhei, rapaz.
00:39Trabalhou mais ou menos, né?
00:40Lá online, lá online.
00:43Mas é isso, assim, de você ter o bônus e o ônus.
00:46Muita gente tem feito a conta e às vezes o saldo se torna negativo
00:49quando a pessoa fala assim, meu, não tenho mais vontade de voltar.
00:53E quando sai de férias, vai chegando o último dia, parece um tormento aquilo,
00:57realmente a pessoa não quer e acaba tendo que voltar porque é obrigado.
01:01Mas também estamos de volta pro pessoal que nos acompanha pelo rádio.
01:04Estamos falando aqui sobre os cafezeiros de plantão,
01:07aquele funcionário que não tá mais afim,
01:09sobre os profissionais que querem mudar de profissão,
01:12porque 60% que gostaram, né, Diego?
01:15Eu não tô lembrando, a gente falou dos apelidos aqui,
01:17eu tô lembrando de um post que eu vi.
01:19Eu lembrei de um agora, que é o funcionário Receita Federal,
01:21que tudo que chega nele para.
01:22Tem vários, tem vários.
01:26Tem vários, tem uns muito bons.
01:27Qual o outro?
01:28Ah, tem um monte.
01:29É que tem uns que são impróprios pro horário, né?
01:32Mas tem muitos apelidos.
01:34Eu nunca tive um apelido desse, né?
01:35Eu sempre fui muito competente em todos os lugares que eu trabalho.
01:37Tem o Correio, gera o rombo e não entrega.
01:41Pra apelidos, normalmente, a pessoa não sabe, né?
01:44O Cazaquistão, é sempre o casaco que tá na cadeira, né?
01:47O Cazaquistão.
01:47O Cazaquistão.
01:48Pois é, mas uma pesquisa revelou que mais de 60% das pessoas
01:53que participaram desse levantamento
01:55pretendem mudar de profissão, mudar de trabalho, mudar de carreira
01:59nesse ano ainda de 2026.
02:01Por isso, a gente vai conversar com o autor de um livro específico
02:03que trata sobre o tema, o Víctor de Almeida Moreira,
02:06que vai poder dar mais detalhes pra gente sobre essa transição de carreira, né, Víctor?
02:10Porque as pessoas estão projetando, então, não trabalhar mais daquilo
02:14e querem mudar completamente os rumos, os ares da vida.
02:17Bom dia.
02:19Bom dia, David. Bom dia, pessoal.
02:21Tá ouvindo aqui os apelidos e é realmente isso mesmo.
02:25Mas, olha que interessante, né, David?
02:27Nós estamos passando por um momento aí no nosso país
02:29de uma das menores taxas de desemprego,
02:32quando você olha a série histórica do IBGE,
02:35e nessa questão de a gente ter mais emprego,
02:38surge essa vontade das pessoas de mudarem de emprego aí.
02:42Mais de 60% é muita gente, né?
02:44É muita gente.
02:44Mas o que acontece, de fato, pra pessoa, assim,
02:47querem mudar completamente?
02:48Às vezes não se descobriu na profissão,
02:50ou às vezes fez aquilo durante muito tempo e fala
02:52não aguento mais isso,
02:54porque alguns são completamente realizados.
02:55Eu não tô fazendo, puxando sardinha aqui, não,
02:58ou querendo ser o funcionário do mês.
03:00A minha plaquinha tá ali na redação como funcionário do mês.
03:02Mas eu, literalmente, eu amo o que eu faço.
03:04Às vezes, quando eu saio de férias,
03:05minha esposa até fica brava, fala assim,
03:06para de ir a grupo, arquiva esses grupos,
03:08desliga um pouco.
03:09Não desliga nem nas férias.
03:10É, não desliga nem nas férias.
03:11Mas tem pessoas que, às vezes, não querem.
03:14Assim, não estão mais afim.
03:17Então, essa mesma pesquisa,
03:19quando você olha ela com mais detalhe,
03:22desses 60%, eles fazem lá uma divisão, né?
03:24Quais são, né?
03:25Por que você quer mudar de emprego?
03:27Então, a maioria quer por melhores oportunidades.
03:29Então, tem 45% desse pessoal aí,
03:32eles querem melhores oportunidades.
03:34E aí, quando eles dizem melhores oportunidades,
03:36você vai ler, é oportunidade de crescimento.
03:38Ou seja, a maioria das pessoas querem perspectiva de carreira.
03:42E é por isso que elas mudam.
03:43Muitas vezes, elas se enxergam como sem perspectiva onde elas estão.
03:47Então, elas procuram um lugar onde elas,
03:49olhando para frente, elas vão ter uma perspectiva de crescimento.
03:52Mas a outra grande metade, quase a outra metade,
03:55está focada em maior remuneração.
03:57Eu acho que aí está uma armadilha, né?
04:00Como o mercado está aquecido,
04:01você consegue maior remuneração.
04:03Mas, ao mesmo tempo, você pode perder essa perspectiva
04:05de melhores oportunidades ao longo do tempo.
04:08Então, tem que tomar muito cuidado mesmo.
04:10Ou seja, o cálculo do imediato versus o crescimento futuro, né?
04:15E como ter noção?
04:17O que são indícios de que o determinado emprego tem perspectiva
04:22ou não tem perspectiva?
04:23Porque, muitas vezes, é difícil de enxergar o amanhã
04:26para além do salário imediato, né?
04:30Perfeito.
04:30O Howard Marks tem um livro que é de finanças, né?
04:33Chama a coisa mais difícil, em inglês.
04:36Ele fala sobre finanças,
04:38mas ele tem lá um cálculo de decisões aonde investir
04:41que vale para a nossa vida, né?
04:43Que, querendo ou não, uma mudança de carreira
04:45é um investimento em nós mesmos, na nossa jornada.
04:49E eu acho uma ferramenta simples, que é o seguinte.
04:54Ele fala, você precisa saber as consequências de três níveis, no mínimo.
04:59De três a cinco níveis.
05:01Como assim?
05:02Eu vou mudar de carreira.
05:03Aí você precisa responder.
05:04E depois?
05:06Depois que eu estiver lá onde eu estou indo.
05:08Ah, depois que eu estiver lá, eu vou assumir lá um cargo
05:11e vou trabalhar com isso.
05:12E depois?
05:14Ah, não.
05:14Depois eu vou ter oportunidade.
05:15E se você conseguir essa oportunidade?
05:17E depois?
05:18Então, pelo menos três e depois você precisa fazer
05:21para poder colocar o valor da sua decisão no tempo
05:25e não no imediato.
05:26Porque, às vezes, por exemplo, né?
05:28Eu vou dar um exemplo bem que acontece muito.
05:31Dia das mães.
05:32Aumenta o número de empregos, mas são empregos temporários.
05:36Da mesma forma, em uma macroescala econômica,
05:39o país está passando por um momento em que o mercado está aquecido,
05:43mas vai passar.
05:45Nós vivemos em ciclos.
05:47Então, tem que tomar cuidado para a gente não ir para uma carreira
05:50com maior remuneração, mas que ela não tenha essa perspectiva
05:53e você, no terceiro e depois, você acaba vendo que é uma...
05:58Ou é uma estagnação ou é uma próxima demissão ali.
06:02Então, acho que isso é importante.
06:03É, sem dúvida, né?
06:04E muitas vezes a pessoa também mal entrou na empresa,
06:06já quer ganhar rios de dinheiro.
06:08Ah, eu entrego muito para o que eles oferecem, né?
06:10Mas a próxima pergunta vai ser do nosso funcionário Batman.
06:14Qual que é o Batman mesmo?
06:16É o que vive nas sombras.
06:17Só parece que é um chefe para perto.
06:18Boa, ainda bem que não vou falar.
06:20Mas, Vitor, eu ia te perguntar no sentido
06:22qual que é o peso da remuneração.
06:24Porque muita gente quer mudar de carreira,
06:26mas se a remuneração é excelente,
06:28isso acaba dando uma desanimada, né?
06:29E todo mundo, como o David colocou,
06:31em teoria, acha que merece ganhar mais.
06:34Então, qual que é o peso da remuneração nessa decisão?
06:38Excelente pergunta, João.
06:39Porque, geralmente, as pessoas não colocam na balança o esforço.
06:46O que eu quero dizer com isso?
06:47A gente, muitas vezes, ainda pensa com uma mente muito linear.
06:51E eu me esforço muito, logo, né?
06:53Eu acho que eu tenho que ser reconhecido.
06:55Mas valor não é esforço.
06:58Remuneração não paga a sua hora.
07:01Paga o valor que você agrega para a empresa.
07:03É por isso que você trabalha o mesmo tanto com o CEO,
07:05por exemplo, na empresa,
07:06e o CEO ganha mais que você.
07:08Eles não estão comprando a sua hora.
07:10Eles estão comprando o valor que você agrega
07:12naquela hora que você trabalha.
07:14Então, eu acho que isso é muito importante
07:15na hora de tomar decisão, sabe?
07:17A gente, geralmente, fica...
07:19Não, eu preciso ganhar mais porque eu me esforço muito.
07:22Eu preciso ganhar mais porque eu sofro muito.
07:23Mas, às vezes, você está se esforçando e sofrendo muito
07:26em coisas que não são relevantes para o contexto do negócio.
07:28E aí é necessário um reposicionamento, né?
07:32Então, o foco na remuneração, no final das contas,
07:35é olhar para o foco e dedicação do seu esforço
07:37naquilo que você está fazendo.
07:39Diego Tavares.
07:40Vitor, bom dia.
07:42Trazendo um pouco para o campo da política esse debate,
07:45você acredita que essa decisão de 60%,
07:48essa opinião de 60% das pessoas,
07:51ela pode ser reflexo daquela cultura
07:53que coloca empregadores e empregados um contra o outro
07:57e não necessariamente algo relativo às condições de trabalho?
08:01Pode ser algo um pouco cultural do Brasil?
08:04Eu não tenho dúvida nenhuma.
08:06Eu escrevi um livro que se chama Autoliderança Antifrage.
08:08E olha para você ver, eu não falo sobre liderança, né?
08:10O título é Autoliderança Antifrágio.
08:13Porque a gente costuma terceirizar a culpa das coisas da nossa vida.
08:19Pode ver que quando você olha essa pesquisa,
08:21o foco é sempre no que a empresa não fornece,
08:24no que o contexto da sociedade não fornece.
08:28E eu tenho muito cuidado com esse tipo de coisa, sabe?
08:31De a gente começar a avaliar os coletivos
08:33como se eles fossem alguma coisa.
08:36Mas o coletivo, ele é somente um conjunto das individualidades.
08:41Então, eu acho que sim, é um reflexo cultural.
08:43Eu acho que antes de a gente começar a olhar para essa pesquisa 60%,
08:48como que as empresas não reconhecem,
08:51será que não era o caso de a gente olhar para nós,
08:54para o indivíduo, para o cultural nosso?
08:56Tem até uma pesquisa do Eduardo Gianetti,
09:00que ele cita naquele livro Alto Engano dele,
09:02que é uma pesquisa bem conhecida,
09:04que quando ele voltou para o Brasil,
09:06depois de dar aula, ele fez a seguinte pergunta.
09:07Ele pegou a população brasileira e perguntou,
09:09olha, você acha que a sociedade brasileira é uma sociedade racista?
09:1698% respondeu que sim,
09:19a sociedade é uma sociedade racista, sociedade brasileira.
09:22Aí ele inverteu a pergunta, voltou para as mesmas pessoas,
09:24falou assim, e você?
09:25Você é racista?
09:27100% falou que não.
09:29Aí ele falou, pô, então a conta não fecha.
09:31A gente não consegue enxergar os problemas em nós
09:35que a gente enxerga no todo.
09:37Lá Rocha Foucault falava isso, né?
09:39Nós enxergamos nos outros os mesmos problemas
09:41que os outros enxergam em nós.
09:43Então, eu acho que essa cultura de tentar culpar coletivo,
09:47sociedade, empresa, família,
09:48e não olhar para nós,
09:50ela realmente, ela perpetra um pouco.
09:53Eu quero saber, inclusive, o que você também tem a dizer
09:56sobre os colegas de trabalho,
09:58se você deseja mudar de profissão,
09:59por isso, mande aqui no chat do YouTube.
10:02Uma, a Lu Ramos, disse assim,
10:03as pessoas estão frustradas,
10:05mas muitas também não fazem o planejamento.
10:07O ano inteiro brincam demais,
10:08gastam demais, aprova,
10:10pegar toda a economia,
10:11gastar com as festas de Réveillon,
10:13aí o Carnaval,
10:15e depois estão quebrados,
10:16aí também não conseguem mudar de emprego,
10:17só que também não produzem, né?
10:19Agora, eu posso fazer mais uma pergunta para o Vitor?
10:22Porque muita gente está com medo...
10:24Você está demonstrando trabalho só porque eu critiquei?
10:26Você quer fazer várias perguntas.
10:27Tem que agregar valor à hora do trabalho.
10:32Funcionário Aladim, puxando o tapete.
10:36Mas muita gente está com medo
10:38de perder o emprego para a inteligência artificial, né?
10:41Ver o avanço da tecnologia,
10:43e está com medo.
10:45Então, qual é a sua dica para essa pessoa
10:47que não necessariamente está pensando agora
10:49em fazer uma mudança de emprego,
10:52mas que deseja se projetar para o mercado no futuro
10:57e manter condições de empregabilidade,
11:00continuar avançando na carreira,
11:02enquanto tem medo da tecnologia?
11:04Qual é a sua dica?
11:06Uma excelente pergunta.
11:07Isso é um medo geral, né?
11:09E até porque tem muita incerteza nesse futuro da IA.
11:12Mas eu sempre costumo olhar para a tecnologia
11:15como a tecnologia sempre existiu
11:18de uma maneira que precisasse pessoas
11:22e cérebros humanos para operar.
11:24Eu não vejo diferente agora com a inteligência artificial.
11:27O Miguel Nicoleles fala muito isso,
11:30que a inteligência artificial não é inteligente nem é artificial.
11:34A gente escolheu um nome infeliz
11:37para essa ferramenta que a gente tem criado.
11:39No final das contas, a inteligência artificial
11:42ela aprimora aquilo que você já decidiu executar.
11:47Mas ela não cria,
11:49ela não é capaz de criar coisas que não existem.
11:51Tanto porque ela se baseia em aprendizado de máquina,
11:55bancos de dados.
11:56Ela tem dificuldade,
11:57eu estava lendo uma pesquisa esses dias,
11:59que ela tem dificuldade com coisas raras.
12:02Aquilo que não tem muita informação,
12:04até porque é raro, né?
12:05A definição de raro,
12:06a inteligência artificial ela não consegue gerar alguma resposta.
12:10Então, a dica que eu dou é
12:12aprenda a operar a inteligência artificial.
12:15Aprenda a trabalhar com ela, né?
12:17Não fuja dela,
12:18não ache que ela vai roubar o seu emprego.
12:20Mas como que eu posso utilizá-la
12:22para aprimorar ainda mais o que eu já executo?
12:25Então, esse para mim é o caminho.
12:26Operar a inteligência artificial.
12:28É, tá certo.
12:30Nós conversamos aí com o Vitor de Almeida Moreira,
12:33ele que é autor de vários livros,
12:35inclusive trazendo esse contexto da liderança,
12:39também sobre a questão dos funcionários
12:40que muitas vezes querem mudar de carreira
12:42e não conseguem.
12:43Muito obrigado, Vitor.
12:45Eu que agradeço, pessoal.
12:46Até mais.
12:47Grande abraço.
12:48Prazer.
12:48Valeu.
12:50E aí?
12:51Eu gostei muito da abordagem dele, né?
12:53Porque, de fato, as pessoas tendem a culpar o outro
12:56o tempo todo
12:58e achar que o problema está no ambiente.
13:00E é claro que, muitas vezes,
13:01o ambiente de negócios no Brasil atrapalha.
13:04Muitas vezes a gente tem uma burocracia excessiva.
13:07A gente tem dificuldades estruturais
13:10para a produtividade do trabalhador.
13:12Tem até um dado muito interessante,
13:14que um trabalhador brasileiro,
13:16quando ele migra para um país
13:18que tem um ambiente de negócios melhor,
13:20a produtividade dele aumenta muito rapidamente.
13:23É uma coisa, assim, impressionante.
13:25Então, o problema não está no trabalhador brasileiro.
13:28Está, muitas vezes,
13:29na forma como a gente está estruturando o ambiente.
13:33Mas, ao mesmo tempo,
13:34de uma perspectiva individual,
13:36para o planejamento da carreira,
13:37a gente precisa pensar
13:39como se adaptar a esse ambiente.
13:41E aí, isso passa por uma reflexão
13:44que, necessariamente,
13:47a gente precisa assumir a responsabilidade
13:49sobre o próprio futuro.
13:50Eu gostei da abordagem.
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