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domingo, 10 de janeiro de 2016
Kristin Chenoweth in "The music Man": Till there was you
♪ ♫ There were bells on a hill
But I never heard them ringing
No I never heard them at all
till there was you ♫ ♪
♪ ♫ There were birds in the sky
But I never saw them winging
No I never saw them at all
till there was you ♫ ♪
Then there was music and there were wonderful roses
They tell me in sweet fragrant meadows of dawn and dew
♫ ♪ There was love all around
But I never heard it singing
No I never heard it at all
till there was you ♫ ♪
till there was you
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Falando de Amor: till there was you...
Apesar de conhecer-mos coisas já há anos, derepente elas nos tocam, nos fazem ouvir, ver, sentir como se estivésse-mos ouvindo-as, vendo-as, sentindo-as pela primeira vez... Foi o caso que se sucedeu com esta canção e comigo...
Gostaria hoje de dedicar esta postagem, com uma maravilhosa composição do musical “The music Man” (Meredith Wilson) de 1957, a todos que tem a sorte de ter um amor e através dele conseguir "ouvir", “ver”, “sentir” mais do que acontece ao seu redor… De ter esta dádiva de poderem-se tornar mais perceptivos, derepente, de um momento para o outro, num instante, num abrir e fechar de olhos, para (e com) o mundo simplesmente por estarem no estado de alpha que é o amor!
Ódio nunca levou, em nenhuma época, nada a lugar nenhum. O amor, ao contrário, já movimentou montanhas…
Como o próprio texto diz: "Haviam sinos numa planície mas eu nunca os ouvi batendo, haviam pássaros no céu mas eu nunca os vi voando, havia amor por todo lado mas eu nunca o escutei cantando… até voce existir!”.
Sim, “até voce existir”…
Que coisa linda esta delicada percepção e que trabalho mais delicado esta música que é repleta de pureza e honestidade estonteantes.
No papel originalmente criado na Broadway pela fantástica Barbara Cook (e depois no cinema por Shirley Jones) vemos aqui minha querida Kristin Chernoweth com sua voz de soprano (que vezes chega às beiras de coloratura), seu grande talento, sua “entrega” total ao que faz e a felicidade que possui em estar cantando. Que maravilhosa artista. Kristin estrelou em 2003 o filme de TV “The music Man” ao lado de Matthew Broderick.
Mas o que importa hoje é este delicado texto, esta “performance” tão simples (e por este mesmo motivo tão rica) de Kristin e esta gama de emoções que esta simples canção e ela conseguem nos transmitir! Viva momentos assim!
♪ ♫ There were bells on a hill
But I never heard them ringing
No I never heard them at all
till there was you ♫ ♪
♪ ♫ There were birds in the sky
But I never saw them winging
No I never saw them at all
till there was you ♫ ♪
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Then there was music and there were wonderful roses
They tell me in sweet fragrant meadows of dawn and dew
♫ ♪ There was love all around
But I never heard it singing
No I never heard it at all
till there was you ♫ ♪
till there was you
P.S. Alguém se lembra dos Beatles cantando esta mesma música?
Gostaria hoje de dedicar esta postagem, com uma maravilhosa composição do musical “The music Man” (Meredith Wilson) de 1957, a todos que tem a sorte de ter um amor e através dele conseguir "ouvir", “ver”, “sentir” mais do que acontece ao seu redor… De ter esta dádiva de poderem-se tornar mais perceptivos, derepente, de um momento para o outro, num instante, num abrir e fechar de olhos, para (e com) o mundo simplesmente por estarem no estado de alpha que é o amor!
Ódio nunca levou, em nenhuma época, nada a lugar nenhum. O amor, ao contrário, já movimentou montanhas…
Como o próprio texto diz: "Haviam sinos numa planície mas eu nunca os ouvi batendo, haviam pássaros no céu mas eu nunca os vi voando, havia amor por todo lado mas eu nunca o escutei cantando… até voce existir!”.
Sim, “até voce existir”…
Que coisa linda esta delicada percepção e que trabalho mais delicado esta música que é repleta de pureza e honestidade estonteantes.
No papel originalmente criado na Broadway pela fantástica Barbara Cook (e depois no cinema por Shirley Jones) vemos aqui minha querida Kristin Chernoweth com sua voz de soprano (que vezes chega às beiras de coloratura), seu grande talento, sua “entrega” total ao que faz e a felicidade que possui em estar cantando. Que maravilhosa artista. Kristin estrelou em 2003 o filme de TV “The music Man” ao lado de Matthew Broderick.
Mas o que importa hoje é este delicado texto, esta “performance” tão simples (e por este mesmo motivo tão rica) de Kristin e esta gama de emoções que esta simples canção e ela conseguem nos transmitir! Viva momentos assim!
♪ ♫ There were bells on a hill
But I never heard them ringing
No I never heard them at all
till there was you ♫ ♪
♪ ♫ There were birds in the sky
But I never saw them winging
No I never saw them at all
till there was you ♫ ♪
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Then there was music and there were wonderful roses
They tell me in sweet fragrant meadows of dawn and dew
♫ ♪ There was love all around
But I never heard it singing
No I never heard it at all
till there was you ♫ ♪
till there was you
P.S. Alguém se lembra dos Beatles cantando esta mesma música?
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
"Peanuts", Sally, "My new Philosophy" & Kristin Chenoweth!
Não posso mais lembrar-me de quando comecei a ler „Peanuts“. Sei que foi nos anos 60 e sei que não parei realmente até hoje. Me fascinam todas essas "personalidades" (Será cada uma realmente uma pequena parte do autor? Assim como as marionetes em "Lili"?). Tenho não sei quantos livrinhos em casa, amarelados pelos anos em que vem me acompanhando, e mesmo as vezes conhecendo-os „de cor e salteado“ não me canso de pobre Charlie Brown, o eterno perdedor
e das maravilhosas exclamações da incrível e incansável Lucy,
principalmente durante as sessões de análise que dá por 5 cents.
Adoro os pensamentos filosóficos de Snoopy e o lindo Woodstock, que mal consegue voar mas tendo os dons da datilografia e da estenografia é, por assim dizer, o secretário oficial de Snoopy.
Amo Schroeder, sua paixão por Beethoven e seu pianinho, no qual as teclinhas negras são só pintadas (e a desenfreada paixão que Lucy sente por ele),
E Marcie (incrível!), que chama sua amiguinha sempre de “Sir”
e Linus, irmãozinho de Lucy, ainda dependente emocionalmente de uma mantinha que carrega para onde vai.
Apaixonada por ele é Sally, Sally Brown, a irmã menor de Charlie. Esta sim, apesar de ser uma “coadjuvante” em “Peanuts”, é uma das minhas preferidas, senão a grande preferida! De uma eloquencia maluca! Genial!!!!
Sally simplesmente ODEIA a escola e tenta com as desculpas mais esfarrapadas ficar longe dela. Ela sempre sente que tem a razão e é muito difícil convence-la do contrário… ela tem uma forma de olhar para a vida e querer passar por ela fazendo o mínimo possível. Adoráveis são suas confusões idiomáticas causadas pelo seu “malapropismo” (substituir palavras por outras de som parecido mas de outro significado): por exemplo “violins breaking out” no lugar de “violence breaking out” ou “controversial French” em vez de “conversational French”. Simplesmente deliciosa!!!
E Sally também desenvolveu frequentemente “novas filosofias” sobre a vida… Estas são ainda mais maravilhosas!!!!
As vezes dizendo coisas como “Sempre teremos Minneapolis” (referindo-se ao famosíssimo “Sempre teremos Paris” de Bogart para Bergman em “Casablanca”). Outra vez Sally declarou que sua filosofia era simplesmente a palavra “Não”, o que passou a ser sua resposta a partir deste momento para toda e qualquer pergunta. Vejam o video…
Cada personagenzinho de Charles Schulz (o criador e desenhista de “Peanuts” desde os anos 50 até sua morte em 2000) é de uma complexidade impressionante. Todos são riquíssimos em termos de vida, experiencias, coerencias, todos tem um passado, uma vida fora do que vemos nas tirinhas. Um lindo trabalho! Coisa de genio!!!!
Notei numa das minhas últimas postagens que muitos não conheciam Kristin Chenoweth, esse novo “darling”, de imenso talento, dos palcos, tv e cinema americanos.
Resolvi colocar mais sobre ela aqui no futuro (Recomendo porém uma postagem que já fiz há algum tempo atrás sobre “Candide” de Voltaire, opereta de Bernstein na qual ela brilhou. Vide minha postagem de 16.01.2009, uma outra faceta de Kristin… operática… que técnica e que humor! É só clicar no «arquivo Chenoweth Kristin» um pouco mais abaixo, ao lado direito das “Tertúlias”). Um enorme talento!
Em 1999 Kristin Chenoweth interpretou Sally no musical “You’re a good Man, Charlie Brown” e levou para casa um “Tony Award” como melhor “featured actress”, num de seus primeiros trabalhos.
Charles Schulz lhe disse que ela era atriz perfeita para interpretrar Sally! E ela é mesmo… atrevida, neurótica, mandona, metida, cheia de si e de muita energia… a própria Sally! Um momento repleto de MUITO talento! Enjoy!
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
2001: Kristin Chenoweth homenageando Julie Andrews
KENNEDY CENTER HONORS 2001
Julie, divertindo-se, sentada entre Jack Nicholson e Pavarotti!
Kristin Chenoweth, minha querida "Cunegunde" de "Candide" (Bernstein), no palco, homenageando Julie e simplesmente "arrasando" com um número de "Mary Poppins". There's no Business like Show Business...
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
"Candide": de Voltaire a Leonard Bernstein

Ah, “Candide”...
Há dois anos, eu finalmente coloquei o meu exemplar de Candide de Voltaire na minha mala de viagem (vide acima) e, depois de vários anos na minha estante (tenho uma prateleira que acumula os livros que ainda não foram lidos) levei-o para umas férias que passei no Algarve/Portugal.
E que pena que não tinha lido este livro antes... Um dos trabalhos mais cheios de humor e graça que li na minha vida. Devo ter apresentado uma figura muito estranha para os outros clientes do hotel... Eu normalmente tenho que proteger-me muito do sol... e com toda a idumentária “anti-sol” e chapéu e óculos, lá estava eu sentado debaixo de uma barraca gigante, simplesmente às gargalhadas, altas gargalhadas... morrendo de tanto rir... sem poder controlar-me!
“Candide” é a estória de um homem muito gentil, que é dragado, sugado, levado e esbofeteado pela vida e suas eventualidades como catástrofes, guerras, roubos, intrigas, mentiras e desilusões. Mesmo assim ele acredita viver “no melhor de todos os mundos possíveis” (“It’s the best of all possible worlds!”). Superficialmente poderia-se interpretar esta Novella como uma “estorieta” do século 18 mas abaixo da superfície se encontra uma reposta bem satírica à certas interpretações e tentativas filosóficas da época (também da igreja católica) que pregavam que qualquer desgraça e sofrimento são partes “benevolentes do plano cósmico” e necessárias para nossa vida e desenvolvimento espiritual. Como aquela séria besteira que muita gente diz até hoje: é necessário sofrer...
A narrativa de Voltaire, o mestre imortal, é rápida, fácil de ler, digerível, ousada e muito, muito engraçada. Na verdade hilariante! Candide cruza o mundo... da Westphalia (onde morava num Castelo, o “Schloss Thunder-ten-thronckh") à Franca, depois Lisboa durante o terremoto... cruzando o mundo para Montevideo, Buenos-Aires e toda a América-do-Sul até encontrar “Eldorado” para voltar à Europa riquíssimo e depois ir para Constantinópola e ficar palpérrimo... sómente para estar junto de sua amada Cunigunde e para para descobrir (ao contrário dos ensinos de seu mestre Dr.Pangloss) que nem sempre “tudo acontece para o melhor” (“It all happens for the best”!).
“Candide” de Voltaire é uma pequena Novella e obra-prima que insiste em nos divertir e fazer rir. “Candide” de Bernstein, além de uma abencoada idéia, é uma Operetta na qual todos ensistem em cantar – e muito – para nosso deleite! E nao deixem-se irritar pelo “rótulo” Operetta... A música é fascinante!

Um título musicalmente realmente muito considerado e respeitado, “Candide” não teve em 1956 nem o sucesso nem uma recepção como merecia. Talvez pelo fato da sua ironia e ousadia não terem sido muito bem captadas, entendidas ou até aceitas pela América do Norte dos anos 50, tão cheia de pudores. E imaginem só logo quem contribuiu “palavras” para as lyrics: as ousadas e política- e ideológicamente corajosas Lillian Hellman e Dorothy Parker e também Stephen Sondheim entre outros!!!!!!

Em 2005 “Candide” teve finalmente uma belíssima recepcao: No Lincoln Center.
A produção “concertante” atreveu-se com seis intérpretes principais, vários secundários, dois côros (um bem “clássico”, o Westminster Chorus e outro, The Julliard Student Chorus, que se movimenta mais e faz vários papéis) e a New York Philarmonic (conduzida pela “elétrica”, incrívelmente musical Marin Alsop) a dar uma nova “leitura” desta Operetta.
Candide é interpretado pelo fantástico e internacionalmente aclamado tenor Paul Groves, com um timing comico pouco comum em cantores líricos. Que voz...

Cunegunde é um prato cheio para a incomparável Kristin Chenoweth. Não só para divertir-se (e como ela se diverte...) como também para nos encantar, deleitar, impressionar, fazer rir e deixar completamente estonteados com tanto talento. Ela é – desculpe-me Barbara Cook (a primeira Cunegunde de Bernstein) a definitiva encarnação de Cunegunde já que a interpreta nao só “bonita” e "straight" (como geralmente numa operetta) mas extremamante cômica! Kristin, mais uma vez, consegue aqui, no puro sentido da palavra, “arrasar”. Uma maravilha! ( Sua ária “Glitter and be gay” é recebida por um tao longo aplauso que este teve que ser reduzido no DVD pois durava muito!).

A “Old Lady” (with one buttock...) é interpretada por ninguém menos do que Patti LuPone – O que mais posso dizer? Uma jóia de interpretação. Tenaz, exuberante, excitante...

Também Dr. Pangloss (Sir Thomas Allen, que é também o narrador), Maximiliam (Jeff Blumenkrantz) e Paquette (Janine LaManna) nao deixam-se intimidar pelo grande talento dos três primeiros citados e são maravilhosos.
Um detalhe interessante é que protagonistas, secundários, coros e orquestra encontraram-se pela primeira vez quatro dias antes do primeiro espetáculo (ao todo foram só quatro espetáculos!).
A coreografia é precisa e ideal para os protagonistas (que não são bailarinos), o guarda-roupa é perfeito... “cheira” a Voltaire! A direção é animada, dinâmica, engraçada, ousada (só o fato do padre “gay” e da crítica aos judeus é em si, hoje em dia ainda (e de novo), uma ousadia!), cômica, propositalmente exagerada e depois de mais de duas horas um se pergunta: “Mas já acabou? Já? Ohhh... Que pena!”

Na noite da Premiére o filho de Bernstein, Alexander Bernstein, correu para Lonny Price (Direção) e disse: “This is exactly what my father would have wanted”. Mais tarde suas duas irmãs Jamie e Nina, articularam semelhantes pensamentos.
Divertimento de altíssimo nível...
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