Mostrando postagens com marcador Dario Grandinetti. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dario Grandinetti. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Rojo

Assisti Rojo (2018) de Benjamin Naishtat no TelecinePlay. É uma coprodução entre Argentina, Brasil, França, Alemanha, Suíça, Holanda e Bélgica. Desconfortável é a palavra! Que filme indigesto!

É ambientado em 1976 em uma pacata cidade. São vários acontecimentos quase surreais, provocando ações desproporcionais e gravíssimas pelas famílias de bem da cidade. Adoro Dario Grandinetti. Ele é o primeiro a sofrer as consequências de um raivoso cidadão, Diego Cremonesi, mas ele, um advogado, age como um criminoso sem que os outros saibam. Um horror!
Rojo é uma sucessão de hipocrisias e violências. O nome do filme é porque acontece um eclipse da lua no período. Lindíssima a atriz que interpreta a esposa do advogado, Andrea Frigerio. A filha deles é interpretada por Laura Grandinetti.
Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Julieta

Assisti Julieta (2016) de Pedro Almodóvar no TelecinePlay. Queria muito ver esse filme, adoro esse diretor. É inspirado na obra de Alice Munro.

O roteiro é incrível, fala muito de pessoas perversas e vingativas que só desejam o mal do outro, ou mesmo ter poder sobre o outro. Julgam sem a menor piedade. Ficarem bravos, se afastarem por um tempo, mas sumirem anos, é muita perversidade.

Nossa protagonista está organizando objetos, ficamos sabendo que ela vai viver em Portugal com o homem que ama. Só que ela encontra uma jovem na rua que fala sobre a filha dela, que tem três filhos e começamos a conhecer a sua história. Ela desiste de se mudar, vai para um apartamento. E começa a escrever a sua história. Tudo triste demais. Emma Suaréz faz Julieta nessa fase, a jovem é interpretada por Adriana Ugarte, Antía é interpretada por Priscilla Delgado e Branca Pérez. E Beatriz por Sara Jímenez e Michelle Jenner.

Ainda no elenco estão: Daniel Grao, Inma Cuesta, Rossy de Palma, Dario Grandinetti, Joaquim Notario e Nathalie Poza
Beijos,

Pedrita

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Bodas de Papel

Assisti Bodas de Papel (2006) de André Sturm no Canal Brasil. Eu queria muito ver esse filme, tentei até ver no cinema, mas não consegui. Gostei muito do roteiro inicial. Uma cidade havia sido desapropriada para a construção de uma hidrelétrica. Passado muitos anos, o governo desistiu da hidrelétrica, isso é muito brasileiro. Começa então o filme com a notícia no jornal de que aquela cidade não será destruída e as pessoas podem comprar as propriedades, inclusive eles facilitavam para os antigos moradores retornarem. A personagem Helena Ranaldi viveu lá com seu avô, então compra a antiga casa novamente e o antigo hotel da família. Quando ela chega poucos estão retornando. É muito simpático ver a cidade ficando colorida e iluminada aos poucos.

Bodas de Papel é delicado e lindo no início. Tudo é cuidadoso! No início a narração fala de Serendípite, que é algo que o acaso faz acontecer. Uma mudança de planos, um atraso de alguém e você muda de lugar e encontra alguém. Não gostei do final. Podia ter ficado leve e simpático assim até o final. Mas quiseram um acontecimento forte, um momento de tensão, algo que enfraqueceu infinitamente a trama e levou esse lindo filme a um desfecho melodramático óbvio. Uma pena, porque é de uma doçura maravilhosa esse filme e seu roteiro inicial.

Gostei muito do elenco. Para contracenar com a Helena Ranaldi escolheram o ótimo e lindo ator argentino Darío Grandinetti. E traz ainda atores que adoro: Cleyde Yáconis, Walmor Chagas, Antonio Petrin, Sérgio Mamberti, Ângela Dip e Imara Reis.
Nos créditos, Bodas de Papel teve apoio da cidade de Serra Negra. Não consegui descobrir onde foram as locações.
Bodas de Papel ganhou três prêmios no 12º Festival PE Festival do Audiovisual de Recife, Melhor Filme do Júri Popular, Melhor Atriz Coadjuvante (Cleyde Yáconis) e Melhor Edição de Som (Fernando Henna e Simone Alves).

Música do post: Vivaldi, A. RV 461 Concerto for Oboe in A minor [I] Allegro non molto [Paul Dombrecht]



Beijos,

Pedrita