Mostrando postagens com marcador Rachel Weisz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rachel Weisz. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de outubro de 2021

Desobidiência

Assisti Desobediência (2017) de Sebastián Lelio na Netflix. É um filme complexo, difícil e muito profundo. O roteiro é baseado no livro de Naomi Alderman que quero ler. Interessante que o filme é uma coprodução entre Irlanda, Reino Unido e Estados Unidos e o diretor é chileno. Amo a Rachel Weisz e a Rachel McAdams.

Em uma comunidade judia ortodoxa, uma mulher se rebela e parte, a outra se condiciona. Com a morte do rabino, o pai de uma delas, elas voltam a se encontrar. Belíssimo filme!


 

Beijos,
Pedrita

domingo, 12 de abril de 2020

Trazido do Mar

Assisti Trazido do Mar (1997) de Beeban Kidron na HBO Pop. Esse canal era o Max, agora passou a ter o HBO no nome. É o primeiro filme que assisto nesse canal. Esse filme é baseado em uma curta história de Joseph Conrad. O filme exagera no melodrama, músicas trágicas, mas a história é trágica. O formato do filme é bem conservador, arrastado e exagerado.

O elenco é muito bom. O par romântico é interpretado por Rachel Weisz e Vincent Perez. Ela trabalha de empregada em uma casa, ele cai de um navio naufragando. O filme foi gravado na Cornualha, na Inglaterra. Todos a tratam mal na cidade e só piora quando o náufrago aparece. O elenco todo é famoso: Ian Mckellen e Kathy Bathes.
O trailer tem todo o tom melodramático do filme.

Beijos,
Pedrita

domingo, 8 de dezembro de 2019

A Favorita

Assisti A Favorita (2018) de Yorgos Lanthimos no TelecinePlay. Eu ansiava profundamente em ver esse filme premiadíssimo e elogiadíssimo. O roteiro é de Deborah Davis e Tony McNamara. Eu amei O Lagosta do mesmo diretor, que é grego, e tinha alta expectativa por esse. Amei! É tudo ou mais que dizem!

É livremente inspirado em um período da vida da rainha Ana da Grã-Bretanha e a relação com duas mulheres que tornaram-se braço direito dela. É fato que a personagem da Rachel Weisz (Duquesa de Maulborough) decidia, com os conselheiros as questões políticas do reinado. E que a rainha e ela tinham uma relação muito próxima que gerava rumores.

Aparece então uma criada (Emma Stone), uma ex-nobre que passa a ganhar a simpatia da rainha. Tentando retornar a corte, ela vai se fazendo necessária. Ela percebe a brecha do desgaste da outra relação e vai conquistando a rainha.

A rainha tinha se acostumado que a duquesa decidisse tudo, mas a criada vai intrigando a rainha com as decisões da outra. Como a relação da duquesa com a rainha estava desgastada, a afetividade da criada vai destruindo essa relação. Olivia Colman está incrível como a rainha.

Beijos,

Pedrita

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Minha Prima Raquel

Assisti Minha Prima Raquel (2017) de Roger Michell no TelecinePlay. Eu adoro a Rachel Weisz, é filme de época, resolvi ver. Não gostei. Algo não convence. O tio cuida sozinho do sobrinho órfão, vai se tratar, se casa e manda uma carta assustadora. O sobrinho vai visitar o tio e descobre que ele já morreu e era de problemas mentais. O filme é inspirado no livro de Daphne de Maurier. Há um filme preto e branco inspirado nesse livro que não vi. Quero ler o livro para ver se há também as lacunas que me incomodaram no filme.

O sobrinho passa a odiar a prima que não conhece, mas quando a vê se apaixona. É bem folhetim clássico. Eu estranhei a prima se hospedar na casa do rapaz sem uma dama de companhia. Mulheres não se hospedavam sozinhas onde homens viviam sozinhos. Logo no início já sabia o desfecho, o mistério, então o filme se arrastou. O desfecho deixaram na dúvida e em aberto. O sobrinho é interpretado por Sam Clafim. Alguns outros do elenco são: Holliday Grainger, Iain Glen, Pierfrancesco Favino e Simon Russell Beale. As locações são maravilhosas!

Beijos,
Pedrita

domingo, 12 de novembro de 2017

Negação

Assisti Negação (2016) de Mike Jackson na HBO On Demand. Eu queria muito ver esse filme. Rachel Weisz costuma participar de filmes com importantes discussões. Logo no começo vi que o filme é difícil, então só voltei a ver quando estava preparada a mergulhar nessa narrativa.

Rachel Weisz interpreta Deborah Lipstad, uma historiadora americana que é sistematicamente atacada por um outro escritor que diz que o Holocausto não existiu. Ele abre um acusação na Inglaterra contra ela que reluta em aceitar, mas pela gravidade das acusações dele e pelas sistemáticas negações ao Holocausto, ela aceita ia a justiça da Inglaterra. Deborah Lipstad não acha que a história deva ser defendida em um tribunal, mas o caso não pode se silenciar. Indicam uma equipe inglesa. Ela estranha as regras, não falar com a imprensa, não ter vítimas do Holocausto para dar depoimentos. Muito interessante que a equipe explica que se uma vítima for ser interrogada, será julgada se o que diz é verdade, o que as exporia ainda mais. Uma vítima do holocausto não pode ser julgada pela legitimidade dos horrores que passou. Esse homem não pode ter o direito de julgar essas pessoas.

Timothy Spall interpreta David Irving, um homem que passou a vida enaltecendo Hitler. Eu sempre achei que assim que a Segunda Guerra Mundial acabou e os campos de concentração foram descobertos, lá viram as câmaras de gás. Não sabia que os alemães destruíram os prédios antes. Também não sabia que os alemães proibiam fotos, então não há um único registro das câmaras de gás. David Irving se aproveita dessa brecha para dizer que as câmaras de gás que fizeram extermínio de judeus em massa não teriam existido. Para que fosse reconstruído historicamente os campos de concentração, um engenheiro da época que ajudou a construir as informações e aí foram feitos as maquetes. Mas em cima de depoimentos do engenheiro e de algumas pessoas que viram, principalmente sobreviventes. Irving tinha a capacidade de dizer que judeus tatuavam os números para dizer que estiveram lá.

O advogado diz ser importante ir a Auschwitz para colher dados para o julgamento. Muito triste as imagens, as pilhas de sapatos. Em câmaras de gás eram mortas crianças e velhos principalmente. Todos aqueles que poderiam trabalhar ou servir de experimento ficavam vivos, quase mortos-vivos para servirem de experimentos bárbaros. Por isso que não haviam crianças nos campos, eram todas mortas nuas nas câmaras de gás assim que chegavam, por isso as pilhas de roupas. Os alemães diziam que eram banhos, davam sabonetes, então velhos, mães e crianças entravam e lá eram exterminados com o gás que um homem criou. O advogado é interpretado por Tom Wilkinson. Ainda no elenco: Andrew Scott, Caren Pistorius e Harriet Walter. O filme discute várias questões, uma bem atual a da liberdade de expressão, também debate racismo, história, oportunismo, notícias mentirosas. Muitos temas são muito atuais.

Essa é Deborah Lipstad com Rachel Weisz.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

O Lagosta

Assisti O Lagosta (2015) de Yorgos Lanthimos no Max. Em uma chamada vi que é com um elenco que adoro. Uns dias depois, não lembrando mais do que se tratava, vi e coloquei pra gravar. E avisei a Liliane do Paulamar. Me perdoe amiga, é um filme surreal, e você prefere histórias mais lógicas. O diretor é grego.

É simplesmente genial, mas profundamente indigesto, difícil mesmo de assistir. Nosso protagonista interpretado por Colin Farrell chega em um hotel. Ele e outras pessoas ficam só de roupas de baixo. Ele se separou da mulher. Os solteiros tem alguns dias para escolher algumas das mulheres que estão no hotel. Caso não localizem ninguém em alguns dias, eles são transformados em animais que definiram quando chegaram. Eles sempre vão caçar e atiram tranquilizantes entre eles. A cada humano abatido com tranquilizante eles ganham mais dias para tentar tornar-se casal. Nosso protagonista será uma lagosta, porque vive muito. Eu adoro os atores que ficam amigos: John C. Reilly e Ben Whishaw. Todos atuam sérios, ninguém é feliz, raramente sorriem. Toda aquela loucura e eles sérios, sem mexer um músculo do rosto. Os atores estão incríveis.

Eles vão a um quarto de solteiros, todos vestem-se iguais. As pessoas precisam se escolher por afinidades. A que sangra o nariz tem que encontrar alguém que sangre também. Todo metafórico fala muito da impossibilidade de ficar sozinho em uma sociedade. Há bailes cafonas, treinamentos. Se acham alguém semelhante, vão para um quarto de casal, se tudo dá certo, seguem para um iate onde passam dias, se continua dando certo voltam a cidade. O Lagosta acaba escolhendo uma mulher fria e ele finge ser frio para conseguir ficar com ela. Só que ela para testá-lo mata cruelmente seu cachorro que é na verdade o seu irmão. Ele a transforma em um animal e foge para a mata.
Ele se une a um grupo no bosque. Tudo melhorou? Não, tudo continua insuportável. Regras igualmente horríveis para controlar as pessoas. A líder é outra atriz que adoro, Léa Seydoux. Lá ele encontra a personagem da Rachel Weisz, finalmente ela apareceu. Ela é míope como ele, então os dois chegam a conclusão que podem ficar juntos, mas nesse grupo isso é proibido.  Como as pessoas se tornam animais porque não conseguiram um par compatível, há muitos animais na floresta entre eles. Tudo é muito trágico. O quanto todos são manipulados e obedientes a regras odiosas. Será que não passamos por isso também? Será que nossa sociedade também nos impõe regras odiosas? Será que estamos tão acostumados que nem percebemos tanta perversidade? Será que só nos incomoda porque é muito diferente de nossas regras, mas será que nossas regras não são perversas também? O Lagosta é simplesmente genial.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 21 de julho de 2015

Agora

Assisti em DVD Agora (2009) de Alejando Amenabar. É o fim do Império Romano, tempos de obscurantismo e ignorância pregados pelos cristãos fanáticos. Uma astrônoma ateia é perseguida, judeus são perseguidos, a maior biblioteca é destruída. Agora é um filme difícil de ver, difícil de ouvir os discursos alienantes dos cristãos, ver a violência do cristão em nome de Deus. Os cristãos trazem todo o atraso. Leem as escrituras como se fossem verdade para subjugar as mulheres. Enquanto a astrônoma, a Hypatia, se veste como uma romana, as mulheres começam a se cobrir, a se despojarem de vaidade, a se silenciarem. Triste período da história.

Essa astrônoma ensinava e passa a ser proibida de ensinar. Ela ganha a proteção do prefeito que foi um aluno, mas que também se converte ao cristianismo. No final de sua vida os cristãos a apedrejam e a arrastam por toda a cidade. Monstruoso e em nome de Deus. Os discursos dos cristãos que Deus está ao lado deles, que Deus que quis que eles matassem os judeus, são abomináveis e infelizmente muito atuais.

Rachel Weisz está maravilhosa como essa astrônoma. Adoro essa atriz e volte e meia ela faz personagens importantes. Seu pai é interpretado por Michael Lonsdale. O escravo por Max Minguella. O prefeito por Oscar Isaac da Guatemala. Um dos fanáticos cristãos pelo israelense Ashraf Barhom. Alguns outros são Rupert Evans (inglês), Samir Samir (israelense), Richard Durden (inglês) e George Harris. O diretor é chileno. No Brasil está como Alexandria

O filme Agora foi muito acusado de demonizar os cristãos. Será mesmo? Eu li que realmente os cristãos apedrejaram a astrônoma que era ateia e a arrastaram pela cidade. Que os cristãos realmente apedrejaram e expulsaram os judeus de Roma. Perseguiram, mataram, subjugaram as mulheres a submissão masculina. Se realmente fizeram isso, o filme é muito realista e histórico. Agora ganhou muitos prêmios. Vários Goya de Melhor Filme, Melhor Fotografia, Melhor Maquiagem, Melhor Figurino



Beijos,
Pedrita

sábado, 24 de maio de 2014

360

Assisti 360 (2011) de Fernando Meirelles no Max. O roteiro é do inglês Peter Morgan. Finalmente consegui ver esse filme, queria muito ter visto nos cinemas, mas estreou em uma época que estava muito ocupada. Gostei muito, embora não seja o meu filme preferido desse diretor. O meu preferido é Jardineiro Fiel, entre os melhores filmes que já vi. Eu adoro filmes circulares, onde os personagens estranhamente começam a se conectar. Foi difícil escolher um dos cartazes, todos são belíssimos!

O elenco é incrível. Anthony Hopkins contracena com uma atriz que adoro, a Maria Flor. É muito triste a história dos dois. 360 é um filme de desencontros, tristezas e surpreendentes encontros.

O elenco estrelado tem Jude Law, Rachel Weisz, Juliano Cazarré, Jamel Debbouze, Ben Foster, Marianne Jean-Baptiste, Vladimir Vdovichenko e Dinara Drukarova. Moritz Bleibtreu está em um personagem insuportável. Gostei muito da atriz tcheca Lucia Siposová, ela contracena com outra atriz tcheca, Gabriela Marcinková que tem uma história surpreendentemente linda em 360. O próprio Peter Morgan faz uma personagem, vou ter que ver novamente para descobrir quando. 360 foi rodado no Brasil, Áustria, França e Reino Unido.



Beijos,
Pedrita

domingo, 14 de julho de 2013

A Casa dos Sonhos

Assisti A Casa dos Sonhos (2011) de Jim Sheridan na HBO. Eu adoro esse gênero de filme, mas esse é razoável. Tudo é excelente, elenco, diretor, roteiro de David Loucka, mas algo não funciona, perde a tensão. Adoraria entender tecnicamente o que fez o impacto não ser incrível, já que tudo é perfeito.

Um homem sai do emprego para escrever o seu livro. Ele se muda com a esposa e as duas lindas filhas para uma cidade pacata em uma bela casa. Ele é interpretado pelo Daniel Craig, a esposa por Rachel Weisz, a vizinha por Naomi Watts, que elenco. Lindas as atrizes que fazem as meninas, e vi que são irmãs mesmo, Taylor e Claire Geare. Confesso que achei o filme um pouco pesado pra elas. Esse homem começa a descobrir que nessa casa, quem viveu lá antes, passou por uma grande tragédia.

Infelizmente o trailer conta um pouco mais do que devia.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 2 de julho de 2013

O Legado Bourne

Assisti O Legado Bourne (2012) de Tony Gilroy no Telecine Premium. Eu tinha adorado os anteriores, logo que começou esse tive resistência, não era com o Matt Damon que adoro e cometi o equívoco de achar que o Jeremy Renner o substituía e frustrei. Mas me enganei, o roteiro de O Legado Bourne é muito inteligente e bem estruturado e o Jeremy Renner interpreta outro agente especial, não o Jason Bourne.

Eu levei um tempo para entender o que acontecia e esse mistério é o grande trunfo de O Legado Bourne. Os agentes estão atrás de pílulas, principalmente as azuis. Além das pílulas eles precisam constantemente tirar o sangue para acompanhar o organismo. Rachel Weisz interpreta uma médica. O Legado Bourne é ágil, de difícil compreensão, inteligente. Gostei muito! O 007 também gostou. Alguns outros do elenco são: Edward Norton, Scott Gleen, Zeljko Ivanek, Rob Yang e Robert Christopher Riley. Como os personagens passam por muitos países, estados, há muitos atores no elenco em pequenas participações.

Beijos,

Pedrita