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sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Anna Karenina

Assisti Anna Karenina (2012) de Joe Wright na Netflix. Eu tinha lido a obra de Leon Tolstoi há muitos anos e amado. A maravilhosa Keira Knightley que interpreta magistralmente Anna Karenina. Os cartazes são lindos!

É deslumbrante a direção de arte dessa adaptação. Escolheram uma versão mais teatral, mas mesmo assim com escolhas surpreendentes. As ruas da cidade são os bastidores do teatro. Tudo é diferente e impactante. Os figurinos de Jacqueline Durran são lindíssimos e ganharam o Oscar. 
Anna Karenina é nobre, casada e com um filho, mas ela apaixona-se por um jovem oficial. As cenas de dança são igualmente lindas. O elenco impressiona também. O marido é interpretado por Jude Law, o amante por Aaron Taylor-Johnson.

A personagem de Alicia Vikander que perde o noivo para Karenina. Ela acaba casando-se com outro homem interpretado por Domhall Gleeson. Mas o elenco continua: Matthew Macfadyen, Kelly Macdonald, Ruth Wilson e Bryan Hands.
Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Operation Mincemeat

Assisti Operation Mincemeat (2021) de John Madden na Netflix. Eu não conhecia essa história da Segunda Guerra Mundial, a narração inicial fala exatamente isso, que muitos fatos na guerra ficaram desconhecidos. Claro, muitos como esse eram operações secretas. O filme é inglês e Mincemeat é uma palavra bastante clássica do idioma, o famoso bolo de carne. Mas a versão do nome no Brasil como sempre tem spoiler e é péssima, O Soldado que nunca existiu. O filme é baseado no livro de Ben Macintyre que quero ler, mas parece que não tem no Brasil.

Em 1943, os alemães sabem do ataque programado na Sicília e aguardam os aliados. Alguns oficiais resolvem criar uma mentira para que os alemães acreditem que o ataque na verdade será na Grécia. Criam uma trama muito elaborada que o ataque na Grécia seria um grande segredo  para que alguns alemães fossem até lá e diminuísse a resistência na Sicília.
Eles prepararam um cadáver como sendo um oficial que iria entregar documentos onde diziam sobre o ataque a Grécia. Ele teria se afogado e seria encontrado morto no mar com os documentos "secretos". Esse grupo cria então os boatos com espiões, com uma rede grande de pessoas e oficiais, que espalhariam partes desse plano para quando os documentos chegassem aos espiões certos, acreditariam e levariam a informação até Hitler. Esse oficial, que na verdade era um cadáver qualquer, teria os documentos, além de uma foto e uma carta de uma namorada, tudo para aumentar a credibilidade. É tudo muito inteligente. Churchill (Simon Russell Beale) inclusive concordou com o plano. E o mais inacreditável é que funcionou. Os alemães enviaram muitos soldados à Grécia, diminuindo a quantidade na Sicília, ficando mais fácil tomar a região. Foi uma manobra muito importante dos aliados pra enfraquecer Hitler.
O elenco é muito bom: Colin Firth, Matthew Macfadyen, Kelly Macdonald, Charlote Hambling, Penelope Wilton e Jason Isaacs.


Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

A Guerra das Correntes

Assisti A Guerra das Correntes (2017) de Alfonso Gomes-Rejon na HBO Go. O roteiro é de Michael Mitnick. É sobre as invenções da eletricidade, inicialmente descobertas por Thomas Eddison e George Westinghouse. Depois surge mais um inventor, Nikola Tesla. É um filme dificílimo de ver, cheguei a pensar que seria interessante assistir pra conhecer a história, mas até pra maiores de 18 anos acho difícil. Pessoas sensíveis talvez não consigam ver. É um filme pra quem tem coragem. Tive que me esforçar pra ver até o fim.

Thomas Edison era um gênio, tanto que criou várias outras invenções, mas tinha um ego absurdo. Tudo tinha que ter o nome dele, amava dar coletivas, fazer exibições para grupos, tanto que é lembrado até hoje.
Westinghouse era genial, mas sua invenção ficou ligada a eletricidade. Ele soube se unir a Tesla (Nicholas Hoult) e ampliar seus descobrimentos. Interessante que os dois tinham esposas  inteligentíssimas (Tupplence Middelton e Katherine Waterston). Não sei como Edison tinha tempo para outras invenções porque ele passa boa parte do tempo tentando destruir a invenção de Westinghouse, provando que era perigosa. E pra provar isso ele faz absurdos. Depois ele escondido aceita orientar um homem a montar a cadeira elétrica da pena de morte. Um horror! Que homem horrível! Benedict Cumberbatch está impressionante como Edison. 

As invenções interessavam muito. Acho bom ver obras pra entender como era antes da eletricidade. Estamos muito mal acostumados de ligar uma lâmpada e ter eletricidade. E como os inventos promoveriam aumentos econômicos e industriais, são muitos patrocinadores entre empresários e banqueiros. Ainda estão no elenco Mathew Macfadyen, Stanley Thousend, Tom Holland e Domenic  Coleman.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 25 de julho de 2012

The Reckoning

Assisti The Reckoning (2003) de Paul McGuigan no Telecine Touch. Tive que olhar nos créditos, atores, diretores e sinopses porque no Brasil está com o péssimo nome de Um Crime de Paixão. Essa palavra Reckoning tem muito mais a ver, em português a tradução melhor é Cômputo que significa Cálculo que permite contar o tempo para usos eclesiásticos. Já vi vários filmes com nomes parecidos ou iguais a Crime de Paixão e esse nome não tem nada a ver com o filme, se não fosse eu olhar quem está no elenco, sinopse, não teria me interessado. Paul McGuigan é escocês e o filme é uma co-produção entre Inglaterra e Espanha. O 007 também gostou do filme.

Paul Bettany interpreta um ex-padre. É a época do obscurantismo, na época medieval, em regimes feudais. Época de muita violência, desinformação e poder. Também é a época de uma insuportável ligação entre igreja e governo. Esse ex-padre foge, encontra um grupo de atores mambembes e se junta a eles. Esse grupo vai atrás de festas religiosas em feudos, daí o nome do filme, e encenam trechos da Bíblia. Eles mal conseguem dinheiro em uma cidade que está mais interessada na morte de mais uma criança. Eles resolvem então entrevistar os moradores e fazer uma encenação da morte da criança. Enquanto encenam, os moradores revoltados, vão negando a versão do grupo e começa a aparecer histórias bem mais sórdidas. O líder desse grupo de teatro é interpretado pelo ótimo Williem Dafoe. O texto do filme é incrível, todo dúbio, inteligente, muito bom. O texto é do inglês Barry Unsworth, especializado em livros de ficção com conteúdo histórico. Estão ainda outros ótimos atores, alguns são: Simon McBurney, Brian Cox, Gina McKee, Vincent Cassel, Elvira Minguez e Matthew Macfadyen.

Beijos,
Pedrita


terça-feira, 29 de julho de 2008

Um Refúgio no Passado

Assisti Um Refúgio no Passado (2004) de Brad McGann no Telecine Cult. O filme é uma co-produção entre Nova Zelândia e Inglaterra e é baseado na obra de baseada no livro In My Father’s Den de Maurice Gee. Um fotógrafo de guerra retorna a sua cidade natal para o enterro de seu pai. Acaba ficando um tempo confuso entre suas recordações e vida futura. In My Father’s Den tem uns aspectos interessantes outros nem tanto. É um filme irregular. Até não entendi porque está no Telecine Cult. Em alguns momentos abusa um pouco da tragédia, mas é um bom filme para reflexão, tem aspectos complexos. A cidade é cheia de segredos, há pouco diálogo, muito preconceito, violência doméstica, cegueiras propositais e julgamentos sem provas. A cidade absolve e condena quem quer. Também mostra a juventude com jogos perigosos e violentos, de abuso sexual, meio sem rumo.

O jornalista é interpretado pelo maravilhoso Matthew Macfadyen. A menina que está muito bem por Emily Barclay. Alguns outros do elenco são: Miranda Otto, Colin Moy e Jodie Rimmer.
Gostei bastante da trilha sonora que é bem eclética com Patti Smith, Kiri Te Kanawa, Turin Brakes e Mazzy Star.
Música do post: Patti Smith__Dancing Barefoot



Youtube: In My Father's Den
'Bailero', a chant d'Auvergne by Joseph Canteloube, is sung by Kiri Te Kanawa, accompanied by the English Chamber Orchestra conducted by Jeffrey Tate.

Beijos,
Pedrita